sábado, 14 de dezembro de 2019

Um Féfé no Parlamento

O socialista vindo do MES, Ferro Rodrigues conseguiu ser presidente do Parlamento duas vezes. É do PS prófundo, o que mergulha à esquerda para apoiar as lutas contra os fassismos imaginários que ainda lhes povoam a mona.

A estapafúrdia vituperação pública, na "casa da democracia" ao líder do Chega, condenação já relapsa, desse indivíduo que preside à A.R. e não sabe que é a segunda figura de uma democracia em que todos os partidos são admissíveis ( com excepção dos tais fascistas que tal personagem nem saberia definir) e por isso obrigado a respeitar regras que não entende, já foi alvo de comentários depreciativos mesmo da própria esquerda que o suporta. 

É o caso do jornalismo canalha do Público e do editorial de hoje do seu director:



Este indivíduo é um militante soturno de um PS verdadeiramente profundo, secreto e perigoso.

É de um perfil antigo aqui bem delineado, já em 5 de Outubro de 1974, no Sempre Fixe, um jornal comunista, de extrema-esquerda, sem reservas: 


Em tempos já comentei tal perfil que deveria ter sido suficiente para nunca, mesmo nunca ser o que é na AR. Mas enfim...

Um comunista de extrema-esquerda encapotado no MES dizia sobre o assunto. Um tal Ferro Rodrigues, em dicção tipo citroën ds, dizia ao mesmo jornal nessa altura, sobre Portugal e o modelo económico...
Sobre esta personagem do MES de então e que nunca abandonou a política " de esquerda" , com os belíssimos resultados alcançados em quatro décadas, poderia dizer-se que há uns dez anos, um grupo de 4 miúdos disse coisas sobre essa pessoa suficientes para o mesmo se relegar para o olvido democrático e não ter a desfaçatez de continuar no activo, como está, com a complacência de todo um sistema político.
No tempo do tal "fascismo" que andam sempre a vituperar ocorreu um escândalo do género- Ballet Rose- que foi suficiente para que os envolvivos, sem qualquer acusação formal ou até mediática ( nem seria possível perante a censura da época) , fossem definitivamente afastados da ribalta política. Um caso concreto é o de um ministro conhecido como Correia de Oliveira e a ironia do destino é que quem denunciou esse caso internacionalmente foi...Mário Soares.
Como se vê, os critérios morais e éticos mudam consoante as pessoas envolvidas...

Para além disto que não é pouco e apouca a democracia que existe, este indivíduo tem outros rabos de palha que em política deveriam ser definitivamente considerados como impeditivos de exercício de cargos públicos. Assim era, antes do 25 de Abril que esta canalha esquece, para só lembrar o que lhes interessa...

Isto é uma entrevista à Visão de 13.11.2003 e refere-se ao assunto incómodo, no mínimo e que deveria ser considerado como factor de impedimento, até por uma razão: dificilmente se encontra disponível nas redes de internet, nomeadamente no Google referências a estes assuntos envolvendo esta personagem. Terá exercido um direito ao "esquecimento"? Se exerceu é bom lembrar isto que foi dito pelo próprio:


O assunto já tem algumas barbas, mas algumas ainda estão de molho...


E estas imagens são dignas de rerun...porque esta personagem perdeu legitimidade moral para mandar calar seja quem for, há muitos anos.


E só se aguentou por causa disto, deste coro de valquírias...



Entretanto, uma opinião interessante sobre este Fefé...diz que é tonto e se julga ainda um lutador contra o fascismo. Lá isso será, mas a tontice fica por aí. O resto é perigoso e este Fefé é mais fascista do que aqueles que vitupera. Fascismo no sentido que é dado à tentação de controlar tudo e todos. 

Sem comentários:

A esquerda que não se enxerga