domingo, dezembro 22, 2019

O juiz Neto de Moura como personagem de teatro do absurdo

No CM de hoje, a revista apresenta esta entrevista com um tal Tiago Rodrigues, "director artístico do Teatro Nacional Dona Maria II".  O tema da entrevista já foi abordado na Antena 2, rádio dirigido por outra troupe da mesma estirpe que domina o panorama cultural subsidiado pelos impostos, em Portugal. O Estado socialista e esquerdista subsidia esta gente para fazer estes trabalhos.

 O conteúdo da dita é elucidativo e só lendo se compreende onde já chegamos culturalmente: a um nadir de estupidez de que estes personagens são animadores.


Este palerma anda, quer dizer, diz que anda, a escrever uma peça de teatro, numa espécie de trabalho em progressão que será apresentado em Viena no próximo ano. Isso já se sabe. O que ainda não se sabe muito bem é que conteúdo vai ter a peça a não ser uma ideia básica: dizer mal do juiz Neto de Moura por causa de um acórdão subscrito pelo mesmo e por outra juíza, o qual nem terá sido lido e muito menos compreendido por este palermas.

Bastam-lhes os excertos que leram ou viram e ouviram falar algures. A "ideia geral" que originou as palhaçadas ofensiva e gratuitas de outros palermas inseridos no sistema e garantes do mesmo é todo o leit-motiv deste peça de absurdo.

Este Tiago ainda nem sabe bem se vai figurar o tal juiz como personagem e qual a dimensão que lhe vai emprestar. Será algo a definir e decidir quando escrever qualquer coisa, porque ainda nada está escrito.
No entanto o palerma já foi à Antena 2 falar no assunto e é tema desta entrevista a propósito de uma peça ainda não escrita nem sequer delineada com alguma precisão.

Par já fica a ideia: aquele juiz é um pivot de uma história que tem como título "Catarina e a Beleza de matar fascistas".
Aposto que este palerma tem sonhos humedecidos pelo mesmo miasma que afligia um Dâmaso Salcede.

A ironia disto tudo é que Neto de Moura foi comunista e considera-se de esquerda...ahahaha!

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2006 foi há 15 anos...