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quarta-feira, 5 de julho de 2017

O descrédito da democracia

Este relatório do inquérito sobre a CGD, do órgão de soberania que deveria representar os portugueses em geral- o Parlamento-  envergonha quem o produziu e envergonha-nos a todos por permitirmos este escândalo, sem punição pública.




9 comentários:

José Domingos disse...

Há muito tempo que a suposta democracia perdeu a vergonha. Um povozeco como nós não pode gerar políticos de qualidade.
Porém, nesta pocilga, outrora Portugal, também existem muitas pessoas dignas, até ver, enquanto não se cansarem de lutar contra moinhos de vento, corruptos e outros energúmenos.

Ricciardi disse...

A investigação aos negócios alegadamente ruinosos da cgd deve ser conduzida pelo ministério público e não pelo parlamento que não tem competências judiciárias.
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Em sede própria, para apuramento de eventual dolo na concessão de crédito. Ou será que boa parte dos ditos negócios ruinosos não terão a ver com o colapso econômico geral levado a cabo por políticas tomadas à posteriori?
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Quer-me parecer que sim. Que a concessão de crédito pode ser tomada com as devidas precauções e transformar-se num buraco. É a vida.
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O analista de risco dum banco dá o seu parecer técnico em função dos dados que tem e os que espera. Ninguém espera o inexpectavel.
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O empreendimento do Vale do Lobo é um caso desses. Se fosse aprovado hoje, seria lucrativissimo.
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Rb

José Domingos disse...

Os parlamentares da casa da treta, são advogados em causa própria, votando as conclusões como se a suposta verdade, esteja sujeita a critérios, para não ferir susceptibilidades de nenhuma excelência.
A verdade não está confiscado e numa casa onde se fazem a maioria dos "acordos " não pode ser.
O MP tem de se libertar dos comissários políticos e dos aventais e não só.

joserui disse...

Ao olhar para a cara de tanso do Vara, mais aqueles tiques estudados de modo a parecer douto, ao olhar para o currículo do magnífico gestor, ao olhar para os seus feitos na CGD e mesmo pelo país, com fundações, robalos e sem lá que mais, a este inestimável comentador — que já devia estar sem pio aqui há muito tempo —, a única coisa que se oferece comentar é mais uma pouca vergonha inacreditável? Amazing.

joserui disse...

"O empreendimento do Vale do Lobo é um caso desses. Se fosse aprovado hoje, seria lucrativissimo. "
Deve ter sido com raciocínios destes que este inestimável perdeu uma fortuna… é a vida. E acha que devemos todos pagar, aturando-o aqui regularmente.

zazie disse...

":O)))))))))))))

E em África. É obra.

lidiasantos almeida sousa disse...

HA UM PROCESSO QUE ESTÁ VIVO A FALÊNCIA DA CAIXA ESPANHA DA RESPONSABILIDADE DE FARIA DE OLIVEIRA E OUTRO QUE NÃO ME LEMBRA O NOME COM A AJUDA DO SÉRGIO MONTEIRO QUE ESTEVE A AJUDAR ´A VENDA DO NOVO BANCO, NÃO SEI SE FOI VENDIDO E SE ELE CONTINUAR A RECEBER OS 3O0.000 EUROS POR MES. ESTE ASSUNTO NÃO MORREU PORQUE A DIVIDA COM ESPANHA NAO PRESCREVEU. LI IDTO NO JORNAL EL ECONOMICO ESPANHOL.

lidiasantos almeida sousa disse...

JÁ ENCONTREI O AJUDANTE DO FARIA DE OLIVEIRA FOI O CARLOS COSTA O COVEIRO DO BES num domingo de Agosto FEZ A RESOLUÇÃO NUM PISCAR DE OLHOS ENQUANBRTO O CAVACO MAREAVA NO ALGARVE NA MANSÃO DA COELHA E O PASSOS SE BANHAVA NA PRAIA DA MANTA ROTA. A CRISTAS É PARVA OU INGÉNUA DISSE QUE ASSINARA O DOCUMENTO ENVIADO POR E MAIL POR PEDIDO DA ENTÃO MINISTRA DAS FINANÇAS MAS QUE NEM LEU. A VERGONHA DO GENEROSO FEMININO DEVE PERTENCER Á QUOTA. EU SOU CONTRA AS QUOTAS SOU PELA COMPETÊNCIA.


http://www.sabado.pt/dinheiro/detalhe/como-a-caixa-geral-de-depositos-queimou-milhoes-em-espanha

mensagensnanett disse...

O CONTRIBUINTE TEM DE SE POR A PAU COM A MÁFIA DOS CALOTES
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Uma opinião um tanto ou quanto semelhante à minha: Banalidades - jornal Correio da Manhã (antes da privatização da transportadora aérea):
- o presidente da TAP disse: "caímos numa situação que é o acompanhar do dia a dia da operação e reportar qualquer coisinha que aconteça".
- comentário do Banalidades: "é pena que, por exemplo, não tenha acontecido o mesmo no banco BES".
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Um exemplo: Vítor Constâncio, coadjuvante na nacionalização do BPN, foi premiado pela máfia dos calotes: foi para o Banco Central Europeu.
E não só: muitos outros mestres/elite em economia já 'enfiaram' trapalhadas financeiras monumentais... a quem paga, vulgo contribuinte.
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E MAIS:
- o contribuinte tem de deixar de ser preguiçoso!
Leia-se, DEMOCRACIA SEMI-DIRECTA: isto é, votar em políticos não é (não pode ser) passar um cheque em branco... isto é, ou seja, os políticos e os lobbys pró-despesa poderão discutir à vontade a utilização de dinheiros públicos... só que depois... a 'coisa' terá que passar pelo crivo de quem paga (vulgo contribuinte).
-» Explicando melhor, em vez de ficar à espera que apareça um político/governo 'resolve tudo e mais alguma coisa'... o contribuinte deve, isso sim, é reivindicar que os políticos apresentem as suas mais variadas ideias de governação caso a caso, situação a situação, (e respectivas consequências)... de forma a que... o contribuinte/consumidor esteja dotado de um elevado poder negocial!!!
-» Dito de outra maneira: são necessários mais e melhores canais de transparência!
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Exemplo:
Todos os gastos do Estado [despesas públicas superiores, por exemplo a 1 milhão (nota: para que o contribuinte não seja atafulhado com casos-bagatela)], e que não sejam considerados de «Prioridade Absoluta» [nota: a definir...], devem estar disponíveis para ser vetados durante 96 horas pelos contribuintes na internet num "Portal dos Referendos"... aonde qualquer cidadão maior de idade poderá entrar e participar.
-» Para vetar [ou reactivar] um gasto do Estado deverão ser necessários 100 mil votos [ou múltiplos: 200 mil, 300 mil, etc] de contribuintes.
{ver blog « http://fimcidadaniainfantil.blogspot.pt/ »}
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Uma nota: a Democracia Directa não tem interesse - serve é para atafulhar o contribuinte com casos-bagatela.