quarta-feira, julho 12, 2017

Joe "fucked up" Berardo e os banqueiros tipo PS: tudo tão previsível que até dói.


 Público de hoje:



 Os desgraçados credores deste Joe agora bem fucked up andam à nora para ver se conseguem recuperar algum dinheiro que lhe emprestaram em 2007 para o indivíduo comprar acções em massa, do BCP. O objectivo claro, desde sempre, era o de liquidarem o então maior banco privado português, em benefício de outros mais afectos à Maçonaria ou aos interesses de um PS,  então omnívoro com o Inenarrável Sócrates a comandar e o inefável Salgado, na sombra, feito abutre improvável. O primo administrador do BES, Ricciardi parece que disse ao MºPº que esse Inenarrável se reunia amiúde com o inefável traidor de uma honorabilidade que desapareceu do país. Para tramar algo que agora se sabe e que começou com os casso BCP e Sonae, com as lindas consequências à vista de todos: bancarrotas por todo o lado das opções que fizeram.
O que se dizia nessa época sobre tal operação mafiosa, cujos contornos, o então presidente do BCP, Jardim Gonçalves, contou algumas vezes, uma delas recentemente?

O Público de 4.1.2008 escrevia assim ( Cristina Ferreira e Paulo Ferreira): 

A garantia destes financiamentos é feita em primeira linha pelos títulos adquiridos, sendo, nalguns casos, reforçada com outros activos de menor volatilidade, segundo informações apuradas pelo PÚBLICO.
Estas operações, que são legais, foram autorizadas pelo Conselho Alargado de Crédito da Caixa formado por cinco administradores: Carlos Santos Ferreira, o então CEO, o seu vice, Maldonado Gonelha, Armando Vara, Celeste Cardona e Francisco Bandeira. Com excepção de Bandeira, que vai integrar a equipa da CGD encabeçada por Faria de Oliveira, todos os restantes já saíram ou vão sair da gestão do banco público. Armando Vara tinha o pelouro do crédito bancário.
Além das dúvidas que podem levantar em termos de gestão de risco - uma vez que estão em causa clientes com carteiras de títulos de grande dimensão e cuja volatilidade envolve o risco de queda da cotação, como tem acontecido com o BCP -, estas operações resultaram em compromissos financeiros de accionistas do BCP aprovados, entre outros, por aqueles que agora são por eles apoiados na luta pela presidência do banco privado: Santos Ferreira e Vara. Todavia, quando o grupo estatal emprestou o dinheiro a Berardo, a Moniz da Maia, a Goes Ferreira e à Teixeira Duarte, não se previa ainda os acontecimentos mais recentes.

Ou seja, logo na altura, ainda sem crises internacionais, todos conheciam a extensão perigosa do risco que corriam, mas o comendador da Bacalhôa teve carta branca, na CGD de Armando Vara ( o decisor principal sobre os créditos a conceder...) e teve o que queria. O famigerado Santos Ferreira, personagem maior nesta trama, mas sempre escondido numa sombra protectora, também levou a carta a Garcia. Salgado teve e agora está a pagá-las. O Inenarrável Sócrates também.

Quem é que falta pagar com a língua de palmo que se impõe? Santos Ferreira, voilà!

Será que vai passar impune, este personagem de Sombra?

Isto era tudo tão previsível que só espanta como ninguém se espantou na altura, tirando alguns atiradores furtivos nos blogues e pouco mais...e que evidentemente não fizeram mossa alguma. "Os blogs...é uma vergonha", já dizia na mesma altura o grande Pinto Monteiro, designado PGR pelo Inenarrável.
Tudo inenarrável, aliás, se não se meterem todas estas cartas, e mais algumas,  no baralho.

Alguma vez se fará Justiça a este assalto a Portugal ocorrido há cerca de dez anos? Veremos.

Questuber! Mais um escândalo!