quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Vem aí 1968!

Vem aí a efeméride dos 50 anos sobre os acontecimentos de Maio de 1968, em França. Adivinha-se uma cornucópia de publicações sobre o assunto à semelhança do que aconteceu há dez anos.

Então foi assim:



Agora já começou, este mês, com este número especial da revista L´Express que se publicava na altura e acompanhou paripassu os acontecimentos, mas perante a greve geral no país imprimia a revista na Bélgica:

 

Uma das melhores páginas:





Há dez anos a revista Le Magazine Littéraire fazia o balanço das críticas às ideias de Maio de 1968:



Portugal, em 1968 era outra coisa. Mas o tempo começou a mudar precisamente nessa altura. O ano de 1968 e os acontecimentos da época, no mundo, também mudaram o país. O anterior regime esgotou-se a partir daí. Veremos como.

41 comentários:

zazie disse...

O josé está com uma pedalada.
Isto é tudo para guardar.

Impressionante a sua hemeroteca ":O)

João disse...

Se fosse só o Maio... para o ano temos os 200 anos do nascimento de Marx, vai ser uma arraial.
Entretanto, a propósito de um autor alemão aqui referido ontem e que, aparentemente, tinha uma obra proibida pelo Estado Novo, vamos lá ver se era assim:
A dita obra proibida no Estado Novo, o Anticristo, foi editada pela primeira vez em Portugal no ano de 1916 pela Guimarães. A Presença lançou a sua própria edição em 1970. Portanto, parece que estava disponível durante a ditadura militar e o fassismo.
O Zaratustra teve a primeira edição em 1913; seguiu-se 1964, 1972 e 1974 (Guimarães, Presença e Círculo).
O Crepúsculo dos Ídolos saiu em 1971 (Presença).
Os Despojos de Uma Tragédia (correspondência) teve edição de 1944 (Editora Educação Nacional).
O Ecce Homo sai em 1952 (Guimarães).
A Gaia Ciência aparece em 1966 (Guimarães).
A Origem da Tragédia em 1958 (Guimarães).
Humano, Demasiado Humano surge em 1973 (Presença).
Para Além do Bem e do Mal é editado em 1958 (Guimarães).
Os Poemas saem em 1960 (Galaica).
Da Utilidade e Inconvenientes da História Para a Vida vê a luz do dia em 1946 (Aviz).
Convenhamos que não está mal, sendo de realçar que a própria editora estatal o tinha em catálogo. Ainda por cima temos traduções feitas por gente que nem era alinhada com o regime, como Paulo Quintela ou Alfredo Margarido.
Juntem-se às obras do filósofo alemão as largas dezenas que o referem ou mesmo abordam de forma exaustiva durante este período, de gente tão diferente como Sant'Anna Dionísio, Alfredo Pimenta ou Raul Proença. Há inclusive um trabalho editado pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.
Para um regime tão repressivo não está mal...

Bic Laranja disse...

Rui Mateus, Memórias de um P.S. Desconhecido, Lisboa, Dom Quixote, 1996, proposto para abate, indisponível, ou desaparecido das bibliotecas de Lisboa. Um que se ache talvez esteja convenientemente emprestado; podemos esperançosamente aguardar que o devolvam...
Ou como duas tiragens seguidas de 3000 exemplares cada se evaporaram.

João disse...

As Memórias de um PS Desconhecido, já agora, encontram-se no OLX. Comprei lá o meu. É preciso é ter cautela e pesquisar bem, dei 15 euros pelo meu mas havia lá pessoal a pedir o dobro e o triplo.

josé disse...

Esse livro tem uma tese subjacente: Mário Soares sempre foi um corrupto.

É essa a razão da censura.

josé disse...

O Anticristo do Nietzsche era proibida pelo Index da Igreja Católica que tinha muitos outros proibidos. Quem os lesse, nesse tempo prè-Vaticano II, incorria em pecado.

Bic Laranja disse...

Um corrupto, um toleirão ambicioso e desleal. Um reles traidor, em suma.

José Luís disse...

Rui Mateus Memórias de um PS Desconhecido aqui online:
https://tretas.org/ContosProibidos

Maria disse...

José Luís, por mim obrigada pela dica. Eu li há bastante tempo umas poucas de páginas deste livro online. Foi um esforço enorme para a vista e tive que interromper. Se algum dos ilustres comentadores deste imperdível blogo tiver um livro destes a mais, eu compro. Muito agradecida:)

O que seria essencial era encontrar o autor e fazer-lhe uma longa entrevista. Talvez uma das duas excelentes investigadoras da TVI, que andam a destapar as escandaleiras da Raríssimas e os crimes da Iurd, o consigam encontar qualquer dia. Isso é que era! Vamos aguardar. A esperança é a última a morrer.

Pedro disse...

Ena tanta palha.

Eu disse que o Anticristo foi proibido, não as outras obras.

Deve ser para desviar a atenção do essencial.

E o essencial é que a primeira edição é de dez anos antes da revolução do. 28 de Maio, quanto mais do estado novo.

Ou seja, não tem nada a ver com o que estamos a falar.

A segunda é de 1970, ou seja, da primavera marcelista em que dezenas de livros e filmes proibidos foram postos á disposição do público, aproveitando abertura do regime moribundo.

Mas toda esta vossa conversa é treta, porque estão fartos de saber que muitos livros e filmes eram proibidos e é disso que estamos a falar.

Aliás a vossa aversão á livre discussão é visível no modo ridiculo como me estão a "ostracizar" apenas por discordar em algumas coisas.

J H P disse...

Na última edição da Feira do Livro do Porto vi um alfarrabista a vender um exemplar do "Memórias de um PS Desconhecido" em relativo bom estado mas a um preço próximo dos 50€ (se não me engano).

josé disse...

Pedro, vou dizer-lhe porque não lhe vou dar mais troco algum:

V. é desonesto. Disse claramente e reafirmou em bold que o Anticristo tinha sido proibido pela censura.

Vendo que asneirou, em vez de dar a mão à palmatória volta a tergiversar.

Não vale a pena argumentar com quem está convencido e se tornou autista nos argumentos usados que nunca mudam.

Sendo sempre os mesmos, estafados já, escusado é discuti-los porque já o foram milhentas vezes sem sucesso.

Por isso, volto a dizer: para mim aqui no blog, e finito.

josé disse...

JHP: também vi esse livro a esse preço. Não tenho grande interesse em ler porque a tese é de conhecimento de quem se interessa e é a de que Mário Soares foi um corrupto.

Floribundus disse...

repito

maio 68: a 'revolução da pílula'
abandonaram a protecção
até ao alastrar do HIV, que cresceu muito e não se recomenda

dani, le rouge era pior que 'le rouge ordinaire'
porque se diz que recebia da CIA, um dos géneros do cio

Pedro disse...

Mas graças a deus o Mein Kampf não estava no index...

João disse...

Sr. Pedro, eu a si não lhe dou conversa. Vou só agora explicar-lhe isto e chega. Coloquei aqui os dados sobre Nietzsche para mostrar a sua falha e porque são dados interessantes para quem aprecie o autor.
Mas você nem tem culpa, se calhar. Segue uma linha de raciocínio velha, mas infelizmente enraízada. Eu fico preocupado é quando leio estas coisas, da pena de um catedrático: "Todas as obras escritas sobre o Comunismo ou a URSS eram praticamente proibidas". (Luís Reis Torgal, Estados Novos Estado Novo, vol.I, p.401). Isto é falso. Para já, não se proíbem praticamente obras. Ou são proibidas ou não são. Mas o problema é que havia imensa literatura sobre a URSS e sobre Marx durante o Estado Novo. Não só na fase marcelista, mas antes. Já em 1958, por exemplo, saía uma biografia de Marx. Nos anos trinta tínhamos livros sobre a URSS, etc. Mas depois escrevem-se coisas como a citada. E os estudantes ingénuos e as pessoas menos esclarecidas reproduzem estas coisas, infelizmente. É o que dá aceitar sem pesquisar.

carlos disse...

A mim, sempre me disseram: a baptizados e a casamentos, não vás sem ser convidado.

carlos disse...

A propósito da foto dos três estarolas. De dois deles já se sabe a história. Do que está no meio, quando ocupava o segundo lugar da hierarquia da República ocupava-se também a cobrar comissões de empreitadas para o partido. Nada demais, sabendo-se que defendia que a corrupção era só quando se pedia dinheiro para o próprio. Sendo para uma instituição, já não era corrupção. Defendeu isso publicamente aquando do julgamento de um presidente da Academica. E a tese foi acolhida pelo Supremo. Nunca mais olhei para a política ( e para o futebol) da mesma maneira.

Pedro disse...

Caro José.

Sim, o Anticristo foi proibido no estado novo.

Na primavera marcelista, como muitos outros livros, passou o crivo da censura.

Onde está a questão ?

Deseonesto é vocês andarem a dizer que o Mein Kampf é proibido no regime pós "5 de Abril, quando já houve edições do mesmo nos anos 80 e 90 do século passado e ainda este ou no ano passado saíram mais algumas.

Estavam nos expositores das lojas em lugar de destaque, com capas chamativas, uma delas mesmo berrante.

No outro dia entrei numa loja e estavam duas edições diferentes na área das promoções mesmo à entrada da loja.

Mas em vez de "darem a mão á palmatória" um manda-me dar banho ao cão, outra manda-me bater punhetas a grilos etc etc.

Tudo convincentes e educadíssimo argumentos.

que vocês não são capazes de discutir com ninguém que não seja da vossa seita já estou farto de saber.

Por isso é que enquanto podiam proibiam livros e prendiam quem falasse.

Pedro disse...

Caro João.

Sim, já sei que vocês ficam horrorizados só com a ideia de discutir com quem não siga a linha do vosso partido.

Provaram-no bem com Humberto Delgado, Catarina Eufémia e muitos outros.

A lista que você deu não prova nada contra o que disse.

Atirar com um edição do tempo da república e outra da primavera marcelista prova o quê ?

Os dois períodos não têm nada a ver com o auge do salazarismo.

Num ainda não existia salazarismo, no outro já tinha acabado.

Quanto ao que toca á frase do outro, que praticamente todos os livros sobre o marxismo eram proibidos, eu explico-lhe visto que se faz de mongo.

Ele quer dizer que quase todos os livros sobre o marxismo eram proibidos.

O que não engloba, naturalmente os livros CONTRA o marxismo, que esses. claro eram todos permitidos.

Grande novidade.

Quando fazerem-se d parvos é a única defesa das vossas ideias...

josé disse...

Pedro, a desonestidade é esta:

V. escreveu no outro postal:

"No regime que vocês defendem, para ser subversivo bastava divulgar livros proibidos - até o "Anticristo" de Nietzsche era proibido !"

Não distinguiu entre o tempo de Salazar e o de Caetano, como agora faz, ao ver que lhe mostraram que em 1970 se poderia ler o Anticristo.
Também não percebe que regime defendo e por isso larga a bosta da imputação sem apoio justificativo.

A isso se chama chico-espertice e não estou para aturar essa espécie.

Floribundus disse...

qualquer alfarrabista vendia
numa livraria en campdórique

narco-cul-tura in-telec-tu-al

arrium porrium
siempre la misma mierda

Maria disse...

Blogger josé disse...

JHP: também vi esse livro a esse preço. Não tenho grande interesse em ler porque a tese é de conhecimento de quem se interessa e é a de que Mário Soares foi um corrupto.

José, tendo a aceitar a sua opinião. Depois de ler várias páginas do livro deu-me para pensar que o assunto andaria todo à volta das corrupções de Soares (já conhecidas) e porventura pouco mais. Ainda assim fiquei indecisa.

Podia estar a perder outras revelações políticas importantes. Se não é o caso então não valerá a pena comprá-lo. Apesar de tudo, para quem o queira adquirir, cinquenta euros é muita massa! Demasiada, diria.

Não obstante se o conteúdo os merecesse dava-os sem hesitar.

Pedro disse...

Caro José.

Ah.

Então se foi proibido no tempo do salazarismo já não conta como proibição !!!!!!!!

E tem você a lata de chamar hipócrita aos outros ?

Tenha vergonha.

João disse...

Sr. Pedro, vou-lhe explicar devagarinho e pela última vez, visto não ser bom a fazer desenhos e você ser fraco de entendimento, pelos vistos. Vossência afirmou que o Anticristo estava proibido pela censura. Falso. Teve edição durante o Estado Novo. O facto da primeira edição ser de 1916 não é relevante, porque a circulação era permitida. Entre 1916 e 1933 vão 17 anos, pelo que é muito possível que essa edição ainda se encontrasse em circulação no ano do advento do Estado Novo, do mesmo modo que hoje há por aí muita literatura do ano 2000. Além disso, conhecendo as ligações do mercado português à edição francesa há ainda que contar com os exemplares oriundos daí - até porque algumas das primeiras traduções de Nietzsche são vertidas do francês.
Em relação ao que o dr. Torgal afirma, parece-me que aí não há muito a fazer. É uma questão de literacia e de compreensão que, pelos vistos, possui em défice. Podia-lhe dar uma lista de obras de autores marxistas editadas durante o Estado Novo, mas não o vou fazer porque seria perder tempo, coisa que fiz pela última vez com vossência. E apenas porque, aproximando-se o Natal, é um acto de misericórdia ajudar quem precisa.

josé disse...

"Então se foi proibido no tempo do salazarismo já não conta como proibição !!!!!!!!

E tem você a lata de chamar hipócrita aos outros ?"

É mesmo perder tempo argumentar consigo porque é burro.

Assim com todas as letras. Se tiver vergonha, ponha-se a andar daqui porque só junta lixo.

Floribundus disse...

La tragedia de la que fuimos cómplices
Por Aquiles Julián
La habilidad con que a partir de la década del 1920, por encargo de Lenin inicialmente, y por conveniencia de Stalin a seguida, el alemán Willi
Münzenberg montó la matraca canalla, ese aparato de desinformación,
calumnia y acoso que Lenín denominó cínicamente de “tontos útiles” y que Münzenberg, no menos cínico, solía tildar de “el club de los
inocentes”, tuvo un impacto trágico entre escritores, artistas e
intelectuales de los países sometidos a la tiranía bolchevique.
Ese hecho nefando, en que se chantajeó, se engañó, se cameló, se sobornó, se sedujo, se
manipuló de manera descarada a artistas, escritores e intelectuales de los países nototalitarios con el fin de que endosaran, justificaran, glorificaran, excusaran y se hicieran cómplices del sistema estalinista, no sólo convirtió en cómplices, algunos de
manera asqueante pues los comprometió incluso
en crímenes horripilantes y en delaciones
nauseabundas, a los artistas, escritores e
intelectuales de los países democráticos, también
tuvo otra consecuencia igual de mala: condenó a
los escritores, artistas e intelectuales aherrojados
en aquellos países-cárceles a la esclavitud, pues
disentir del “socialismo real” era inmediatamente
condenarse como agentes de los más retrógrados
intereses.
La maquinaria canalla a la que Münzenberg dio
vida, financiada por Lenin y luego por stalin, creo un aparato de propaganda, desinformación,
calumnia, confusión y endiosamiento que
prometía fama, claque, audiencias solícitas, publicaciones, viajes, premios, trato
diferencial, etc., a aquellos escritores, artistas e intelectuales que se subordinaran a las directrices que se les pautaran. Por igual, amenazaba con descrédito, calumnias, puertas cerradas, agresiones, etc., a aquellos escritores, artistas e intelectuales que osaran disentir, poner en entredicho u osar oponerse a aquel adefesio político que fueron y siguen siendo las dictaduras totalitarias estalinistas (persisten en China, Corea del
Norte, Vietnam y Cuba).

Floribundus disse...

ESTATISTICAS INTERNACIONAIS
Consumidores de drogas estimados no mundo
(2000)
Heroína = 8,000,000
Cocaína = 13,300,000
Alucinógenos = 25,500,000
Amfetaminas = 30,200,000
Marihuana = 141,200,000
Sedantes = 227,400,000
Fonte: OMS - Nações Unidas, 2000

J H P disse...

Maria, aproveite aqui:

Blogger José Luís disse...

Rui Mateus Memórias de um PS Desconhecido aqui online:
https://tretas.org/ContosProibidos

20 de dezembro de 2017 às 22:37

Floribundus disse...

José
talvez lhe interesse

http://memoria.bn.br/pdf/093092/per093092_1941_03994.pdf

mensagensnanett disse...

Tal como eu explico no blog «http://tabusexo.blogspot.com/», o TABU-SEXO não se tratou de um mero preconceito... foi, isso sim, uma estratégia que algumas sociedades adoptaram no sentido de conseguirem Sobreviver... leia-se: o Tabu-Sexo tinha como objectivo proporcionar uma melhor Rentabilização dos Recursos Humanos da Sociedade... leia-se, o verdadeiro objectivo do Tabu-Sexo era proceder à integração social dos machos mais fracos!
.
Com o fim do tabu-sexo muitas sociedades entraram em FALÊNCIA DEMOGRÁFICA!
-» Ora, por todo o mundo, as sociedades 'penalizadas' com incapacidade de renovação demográfica foram precisamente as sociedades aonde as mulheres foram dotadas de toda a Liberdade e Independência... ou seja, as sociedades 'penalizadas' com incapacidade de renovação demográfica são precisamente as sociedades aonde as mulheres possuem um maior peso/força de decisão!... Consequentemente, as mulheres perderam toda a autoridade moral de reivindicar, para elas, o monopólio da decisão de quem é que possui (e de quem é que não possui) o Direito de ter filhos!!!!!!
.
O fim do tabu-sexo veio revelar que A MAIOR RIQUEZA ESTÁ NA DISPONIBILIDADE EMOCIONAL!
Explicando melhor:
- muitas mulheres heterossexuais não querem ter o trabalho de criar filhos... querem 'gozar' a vida; etc;
- muitos homens heterossexuais não querem ter o trabalho de criar filhos... querem 'gozar' a vida; etc;
---» concluindo: é uma riqueza que as sociedades/regiões não podem deixar de aproveitar - a existência de pessoas (homossexuais ou heterossexuais) com disponibilidade para criar/educar crianças.
.
---» Já há mais de dez anos (comecei nos fóruns clix e sapo) que venho divulgando algo que, embora seja politicamente incorrecto, é, no entanto, óbvio:
- Promover a Monoparentalidade - sem 'beliscar' a Parentalidade Tradicional (e vice-versa) - é EVOLUÇÃO NATURAL DAS SOCIEDADES TRADICIONALMENTE MONOGÂMICAS...
{ver blogs http://tabusexo.blogspot.com/ e http://existeestedireito.blogspot.pt/}

Luis Teixeira disse...

O Sr. Pedro é comunista? Se sim, é crente da seita que matou mais seres humanos no planeta, a seita que se tomasse o poder matava todos que aqui escrevem, uma seita que fazia o Salazarismo parecer um assunto de crianças. Eu gostava de o perceber e aos comunistas, depois de verem o que o comunismo real foi. A única razão que encontro, é que você queria ser dos 2/3% viviam "bem" e que tinham o poder sobre os outros.

Maria disse...

Obrigadíssima, JHP. E antes que me esqueça, obrigada também ao José pelo mesmo favor.

Adelino Ferreira disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Adelino Ferreira disse...

Ó Luís Teixeira o seu guardanapo endereçado ao Pedro está confuso.

'A única razão que encontro, é que você queria ser dos 2/3% viviam "bem" e que tinham o poder sobre os outros."

A frase parece derivar de um problema de aritmética no campo das fracções, senão vejamos:

Extrapolando aqui para o rectângulo, o que as suas contas nos dizem é que haveriam 6.600.000 portugueses a viver bem, enquanto 3.300.000 viveriam mal à custa dos primeiros (tendo em conta que a população portuguesa andará nos 10.000.000).

Aquilo que você quer combater acaba a elogiar; então você ainda não deu conta que em Portugal os gajos mesmo ricos são tão poucos e os pobres são mais que as mães

Pedro disse...

Caro Teixeira.

Não, não sou comunista. Sou tratado por eles da mesma maneira que vocês me tratam aqui. Sou a espécie mais odiada de todas - sou ideologicamente independente. Logo todos os grupos ideologicamente organizados me odeiam, porque penso fora da caixa.

Não deixa de ser irónica a forma como me tratam, porque apesar de ser extremamente critico do salazarismo, não deixo de o admirar em certos aspectos.
Ao ponto de em casa ter em exibição alguma parafernália salazarista e outras do género.

Enfim, é a minha cruz...

Pedro disse...

Caro José.

Está fartinho de saber que montes de livros foram proibidos no estado novo ao passo que neste regime nenhum, tirando pedofilia.

Por isso, mesmo que eu me tivesse enganado neste livro, o que ninguém demonstrou, o problema em causa mantinha-se na mesma.

De qualquer maneira não compreendi tanta histeria por causa das minhas criticas. Não sou comunista, nem sequer defensor convicto do regime actual. sou apenas independente e as criticss que vos faço, faço a qualquer grupo onde encontre algo que criticar, seja qual for a cor politica.

Pedro disse...

Caro João.

Como é obvio um livro não precisa ter estado proibido durante toda a duração do estado novo, basta ter sido proibido durante um período do estado novo para se poder dizer que foi proibido no estado novo.

As vossas infantilidades em torno disto vos só dão uma péssima imagem.

Tentar fingir que não houve censura no estado novo é uma palhaçada.


E sim, pode ter havido autores marxistas publicados no estado novo, porque a maior parte das vezes não se proibia a obra integral de um autor, mas livros específicamente incómodos para o regime.

E também pode ter havido obras anteriores á proibição circular fora da legalidade. Grande novidade.

Pedro disse...

Então isto não é um blog de debate live ?

Não vi nenhum aviso que teria de concordar com tudo para poder participar.

Floribundus disse...

i

50 anos de bálé rosa

a outra rosa floresce

Natal=EMPRÉSTIMOS de €

Unknown disse...

Floribundus,
Já viu este presente de Natal?
https://www.publico.pt/2017/12/22/politica/noticia/partidos-sem-limites-para-angariar-fundos-e-com-devolucao-total-do-iva-1796905?page=/tribunal-constitucional&pos=1&b=list_section

Miguel D

Vilar de Mouros, 1971