quarta-feira, março 23, 2011

O paradigma que temos

Cá está outro que sabe como era dantes, mas esqueceu o que aprendeu: Jerónimo Martins do Pingo Doce, filantropo de António Barreto:

“As declarações são muito bonitas mas não resolvem problema nenhum. O que resolve é que as pessoas façam qualquer coisa para que a situação não se deteriore mais do que já está”, acrescentou.

O responsável defendeu ainda, nas declarações à Lusa, que a entrada do Fundo Monetário Internacional “é uma bênção” já que “nós já estamos a utilizar a ajuda externa”.

Sobre o acordo a que chegou a concertação social na terça-feira, o empresário considera que não se discutiu o essencial, destacando como positiva a renovação dos contratos a prazo.

“Não se discutiu para onde Portugal quer ir, ninguém percebe que sem investimento não há criação de emprego. Fala-se muito do desemprego, mas a minha grande preocupação é não haver criação de emprego, que só vem do investimento. Tem de se criar condições para que o investidor confie neste país e não confia se as políticas andarem ao sabor da maré”, afirmou.

Alexandre dos Santos reiterou ainda que “andam todos a mentir”, assegurando que “ninguém quer falar verdade, desde os empresários ao Governo” e que “são todos culpados” .


Jerónimo Martins em relação ao investimento devia dizer uma coisa a toda a gente, quando fala assim: que os seus lucros mais visíveis e importantes, vêm de fora, da Polónia, onde investiu os lucros que fez cá dentro.

E ainda outra coisa para não sermos levados por parvos: quanto paga em média aos seus "repositores de loja" e "caixas de supermercado".

Aqui e na Polónia...

Questuber! Mais um escândalo!