quinta-feira, 28 de novembro de 2019

Os cientistas sociais do jornalismo canalha do Público

O jornal Público assemelha-se cada vez mais a um panfleto da esquerda radical no espírito que anima a direcção do periódico.

Hoje tem dois artigos de "cientistas sociais", como é o caso do intelectual de Barcouço, o inefável Bonaventura e o fóssil comunista, Loff. Lendo-os, os vómitos de espírito surgem espontaneamente:


É inacreditável como este tipo de discurso, recorrente no jornal, contrasta com ausência completa de informação que o contradiga ou sequer questione. Uma prova?

Há cerca de quinze dias,  no passado dia 10 deste mês, o director do jornal exultava com a libertação do corrupto Lula da Silva por causa de uma decisão processual, polémica e juridicamente discutível por isso mesmo. A notícia ribombou como se fosse a libertação de um inocente...e até o título está errado.



Ontem foi notícia, relevante, para o caso, de Lula voltar a ser condenado, tendo mesmo a pena de prisão sido agravada. E não foi pelo juiz Moro...

Lula da Silva perde recurso no caso de Atibaia. Juízes sobem pena de 12 para 17 anos de prisão.
Ex-Presidente perde recurso relativo à pena de prisão por suspeitas de corrupção relacionadas com um imóvel em Atibaia. Juízes não só mantiveram condenação como aumentaram pena
.


Qualquer jornalista de vão de escada percebe a importância e valor de tal notícia e não vale no caso a circunstância de existir um jornal online e outro offline, porque foi neste que os editoriais e parangonas inflamadas fizeram então o seu curso. 

O Público de hoje, na edição impressa não traz uma única linha sobre esta notícia da nova condenação de Lula da Silva com agravamento da pena de prisão. Nada. 

Este jornalismo é um nojo e Manuel Carvalho o seu mentor. Anti-jornalismo, propaganda apenas em prol do esquerdismo dos "cientistas sociais"....

E julgam-se legitimados para tal porque o esquerdismo sempre foi assim, sem qualquer réstia de vergonha. Não lhe assiste tal ética.

Repito: não se percebe, a não ser por comparticipação na canalhice continuada, como é que a SONAE, uma empresa capitalista, continua a subsidiar este órgão de propaganda deste esquerdismo militante. É um problema de classe, de facto. Mas não de luta porque é para a evitar que são hipócritas.  

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