sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O circo já começou

Marinho e Pinto não quer que se saiba disto...porque acha este espectáculo uma farsa. Talvez tenha razão.

O filho do presidente da REN foi indiciado pelo Tribunal de um crime de tráfico de influências e sujeito a uma garantia de 25 mil euros.

À saída do DIAP, Ricardo Sá Fernandes, advogado de Paulo Penedos, salientou dois factos. O primeiro é o de que Penedos não ficou impedido de se asusentar do país ao contrário dos outros arguidos. O segundo é o facto de ter saído do DIAP indiciado por um crime de tráfigo de influências e não dois como suspeitava o Tribunal inicialmente.

Neste cenário Sá Fernandes descartou avançar com um recurso, considerando as medidas de coação razoáveis.

6 comentários:

O Clandestino disse...

Anda por aí muita gente cheia de medo de que a água lhe chegue aos pés...

Josão disse...

Parabéns à prima.

Paulo Lopes disse...

E eu tão desejoso que chova mais um pouco...

Joao disse...

Ó Dr., POR FAVOR, explique lá isto que as paredes cá de casa já não aguentam as minhas cabeçadas:

«Inquérito contra desconhecidos

O procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, abriu um inquérito relativamente a algumas escutas envolvendo José Sócrates, mas o mesmo não visa o primeiro--ministro. O processo é aberto contra desconhecidos, já que o PGR entende que não podendo usar as escutas é obrigado a desconhecer quem seria o interlocutor de Armando Vara.»

http://doportugalprofundo.blogspot.com/2009/11/o-desconhecido-primeiro-ministro-jose.html

josé disse...

O Mesquita anda a cheirar substâncias proibidas? Cola?

"COntra desconhecidos"? Como é possível que seja um inquérito contra desconhecidos quando há um auspeito indicado, concreto e por via de quem foi extraida a certidão?

O crime de atentado ao Estado de Direito precisa de intervenção do PGR para investigação? Desde quando?
Só precisa se for um dos titulares de um órgão de soberanai definidos no artº 11 do CPP.

Mas precisamente por isso é que não há aqui desconhecidos.

Enfim, o jornalismo do costume e o Mesquita voltou às argoladas.

josé disse...

Aliás, segundo o "i", essa notícia foi considerada pelo gabinete da PGR como "não tendo qualquer fundamento."

Logo, o Mesquita continua na mesma: desinformador.

Espero que leia isto e aprenda. E pode ter a certeza que se vier com a mesma actuação que tece no processo Casa Pia, vai para a página principal, com o tratamento adjectivo adequado.

O que é de mais é moléstia.