quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Refrescos

"Pimenta no rabinho dos outros é refresco".
A frase, ipsis verbis, é de Armando Vara, na altura em que se discutia publicamente a licenciatura de José S. na Independente e veio à colação a sua própria licenciatura, fantástica, na mesma universidade que foi fechada por causa de um funcionamento inadmissível.

Retomando o dito, aplica-se a Vara o que agora acontece...com José S. por causa das escutas .

2 comentários:

rosa disse...

Se bem me recordo, foi longo o requisitório que nesta loja se fez contra os malandros dos advogados que não sabem guardar segredo de justiça e mal se viram com cópias dos mandados de busca da Face Oculta os espalharam aos quatro ventos.

Terá este loja alguma ideia sobre quem (e por que motivo) soprou a informação de que o Primeiro-Ministro foi estas escutado no processo das sucatas? Se calhar foram os jornais que adivinharam.

josé disse...

E então, dá algum palpite? Sabemos que o expediente esteve no DIAP de Aveiro, onde se conseguiu manter o segredo de Justiça durante a investigação. Só se soube algo, depois de entrarem os advogados e por ocasião das buscas e detenções.

Será capaz de dizer que violou o segredo nessa altura? Melhor, é capaz de dizer que foram os magistrados?

Melhor ainda: sabe que percurso exacto e por onde passaram as certidões?

É preciso saber isso, com algum rigor, antes de dar palpites ou fazer conjecturas.

Quanto a mim, perante os antecedentes, estou inclinado a dizer que a coisa quebrou por outro lado que não o dos magistrados. Por uma razão simples e directa: se assim fosse já se saberia o conteúdo das escutas.

E por mim, espero vir a sabê-lo. O interesse público suplanta o do segredo de justiça, agora.
E já se deveria saber, quanto a mim.