A Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ) mandou auditar parte dos dados relativos aos advogados que representam cidadãos através do regime de apoio judiciário e concluiu que 33% dos pagamentos das oficiosas são indevidos. Segundo um documento a que o CM teve acesso, e que está na origem da decisão do Ministério da Justiça de realizar uma auditoria ao sistema de apoio judiciário, o Instituto de Gestão Financeira e de Infra-Estruturas da Justiça (IGFIJ) concluiu que "os montantes pagos a mais anualmente representam valores superiores a oito milhões de euros".
Vejamos: isto não é bem a mesma coisa que um simples copianço, em razão do qual o bastonário da Ordem dos Advogados, defendeu a expulsão da carreira dos prevaricadores-auditores de justiça. Isto contende com a própria Ordem de que Marinho e Pinto é responsável, porque o sistema de fixação de honorários depende da Ordem. . Como o indivíduo anda sempre a clamar responsabilidades a torto e a direito, literalmente, seria bom que assumisse as dele, enquanto Bastonário e perante este escândalo se demitisse.
Mas...é o demites! Receber como Conselheiro ( antes da diminuição de salário por força dos PEC´s...) é bom demais para quem pouco mais sabe fazer do que andar a vociferar nos media contra os magistrados.