segunda-feira, abril 23, 2018

A extrema-esquerda comunista contada por Boaventura Sousa Santos

Boaventura Sousa Santos em entrevista ao jornal i de hoje conta o que é actualmente a extrema-esquerda comunista, sem grandes rodeios: uma ideologia à procura de uma prática para acabar com o capitalismo, tendo como aferidor e base fundamental a sempiterna luta de classes.

Diz claramente que a democracia burguesa não lhe interessa na medida em que é compatível com o capitalismo e portanto só a democracia popular o poderá combater até à derrota final.

Conclusão lógica: Boaventura Sousa Santos não saiu de Barcouço e do prec dos anos setenta do século passado.

Pergunto-me como é que o Estado português pode financiar um comunista deste calibre e a sua madrassa de Coimbra, o CES onde se ensinam estes princípios ideológicos para pôr em prática quando tudo voltar a ser possível. No dia de s. nunca, pela noitinha.


A democracia burguesa tolera estes revolucionários de pacotilha marxista para quê? Para se arruinar? Para mostrar que é superior a estes totalitários do pensamento? Para compor um ramalhete pluripartidário?
Como isso, se o próprio nunca admitiria num sistema por si idealizado, tal ideal burguês?

Boaventura Sousa Santos não devia ser financiado pelo Estado português tal como um fascista o não
é.
Ponto final e parágrafo.

Se quiser cantar loas ao comunismo que o faça a expensas próprias e veja se arrebanha alguém para a luta de classes em Barcouço e arredores que chegam à Venezuela. 

Questuber! Mais um escândalo!