segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Louçã avisou Gaspar para a "alhada monumental"...!

 Económico:

O fundador do Bloco de Esquerda que na semana passada renunciou ao cargo de deputado disse hoje, no Fórum da TSF, que aconselhou Vítor Gaspar a "não se meter numa alhada monumental".
"Nos últimos 20 anos nunca me tinha cruzado com ele a não ser uma semana antes dele ser escolhido para o Governo, onde nos encontrámos no aniversário de um tio e falámos sobre isso, recomendei-lhe que se fosse convidado não se metesse nessa alhada monumental, agora é Portugal que está numa alhada monumental. Eu não vou misturar questões pessoais com questões políticas", revelou.
Francisco Louçã que passou por cinco primeiros-ministros, considerou que Guterres era um mais bem preparado, José Sócrates o mais combativo e Pedro Passos Coelho o mais perigoso.


O que seria a tal "alhada monumental" de que fala Louçã, outro farsante da política portuguesa?
Aquilo que o mesmo não foi capaz de dizer claramente: que não havendo dinheiro para pagar as dívidas só existia um caminho sério que é o dos sacrifícios para se pagarem.
Louçã, publicamente não diz isto. Porquê? Porque não é sério, politicamente. É um syriza.

2 comentários:

Floribundus disse...

MST disse na sic perante o espanto do leitor das 'nu-ticias'
que aqui na republiqueta ou se paga ou se reduz o estado social
qed

Maria disse...

Estes políticos de esquerda, da mais moderada à mais extrema, sem uma única excepção, são do mais velhaco e embusteiro que Deus ao mundo deitou.

O Louçã, este então, a cada frase por ele proferida, além do ódio exalado, outras tantas mentiras são expelidas. E ouvimos as mentiras deste farsante há quanto tempo? 20 anos? Mais? Menos? Nem que fossem 20 dias já excedia o tempo humanamente suportável.
Esta gente da esquerda não se cansa de andar a repetir desde há quase quarenta anos SEMPRE as mesmas frases mentirosas sem endoidecer? Mentiras e actores que se revezam a cada dia para não dizer a cada hora e já andamos nisto vai para quatro décadas! Que mal fizemos nós a Deus para sofrermos tão amaldiçoado destino?

Uma tal Heloísa qualquer coisa, hoje na A. da R., acusou a política do
Primeiro Ministro como "uma barbaridade" e que "o povo(?!!) quer a demissão deste governo, acrescentando mais alguns impropérios do estilo. A lata, a hipocrisia e o cinismo desta gente não tem limites. Eles que têm tido o governo nas mãos, com alguns pequenos interregnos, desde Abril, ainda querem mais para darem por concluída a 'bela' obra começada. O estado miserável em que este país se enconra deve-se exclusivamente à esquerda e ainda vêm com estas frases feitas qual ladaínha cediça que repugna o mais estoico.

O parvalhão do Galamba, hoje, no mesmo local e quase à mesma hora, acusou o Ministro das Finanças, dentre outros vocábulos ofensivos (numa absoluta falta de educação e de respeito para com um membro do Governo, ainda por cima naquele 'antro' de malfeitores, a que esta gente rasteira proclama de peito feito e sem receio de se tornar alvo de chacota, "a casa da democracia"..., esta é pra rir até fartar, como se eles tivessem algum respeito pela dita 'casa' e por quem nela se senta incluíndo os próprios) "de praticar uma política salazarenta". O cretino nem se apercebeu de que estava a prestar um monumental elogio Àquele que foi o mais competente, honesto, inteligente, rigoroso, íntegro e patriota de todos os políticos - com as devidas excepções a confirmar a regra - que governaram Portugal neste último século. Ao pé dele, estes reles políticos sumamente traidores, não passam de espécimes rastejantes desprezíveis.

Estes canalhas travestidos de 'democratas impolutos', que andamos a sustentar há tempo demais, o que desejam ardentemente é voltar ao poleiro para retomar o saque interrompido por um ano e meio e locupletar-se com mais uns milhões a juntar aos muitos milhões roubados durante décadas aos portugueses, retomando o processo corruptivo e destrutivo a que se dedicam de corpo e alma desde Abril de 74.

A apregoada democracia, que eles não largam da mão (ou melhor, da boca) vai para quarenta anos, é o maior embuste a que este povo crente e bom jamais esteve sujeito e a fachada óptima para os burlões, que temos a desdita de ter permitido como governantes, continuarem o saque celerado aos cofres do Estado e ao povo português.

A verdade é que este povo está atado de pés e mãos. Eles sabe-na toda. O seu primeiro acto de traição mal tomaram o poder em Portugal, foi a imediata alteração a seu favor do articulado da C.R.P. Acto premeditado de um punhado de escroques que, a par doutras artes malabarescas de índole sumamente criminosa, os tem mantido escandalosamente impunes até aos dias de hoje.

Finito, Fernando Esteves