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Respeitinho pelo politicamente correcto

A censura actual é isto: ocultar a realidade com medo das patrulhas de esquerda que abundam nos media. Uma opressão da liberdade de expressão e que não se justifica de nenhum modo. A sociedade que essas patrulhas pretendem e afirmam representar é tendencialmente totalitária e portanto intolerante a tudo o que saia dos cânones estabelecem, segundo ideologia difusa, de ascendência esquerdista.

Até no Correio da Manhã de hoje:


Comentários

aguerreiro disse…
Merda de notícia! Ciganada no seu comportamento idiosincrático! Vamos ver o que vai parir da queixa na esquadra do Montijo. Dou alvíssaras a quem acertar.
muja disse…
Ai não, não se justifica...

Parvos foram os outros, que deviam ter feito igual.
Este comentário foi removido pelo autor.
aguerreiro disse…
Há 400 anos que D. Filipe II promulgou este édito militar:
"Gaditanos, murcianos e gitanos no los quiero en mis ejércitos; são gentes de malo vivir". Tanto ano passado e tudo se mantém.
Ricciardi disse…
A notícia está ao melhor nível do cm que explora, à exaustão, crimes de sargeta.
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A minha sobrinha, medica num hospital, foi agredida por um tipo que não era de raça cigana.

Um português de gema fabricado no regime do velho estado novo. Era um homem que esteve na guerra do ultramar, com traumas pós guerra que o leva, volta e meia, a ter atitudes violentas. A mulher parece que já tinha feito queixa dele à Polícia.
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Os jornais locais publicaram a noticia, porem omitiram o detalhe do transtorno pós guerra. Talvez por causa das patrulhas da direita extremada, sei lá.
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Rb
Neo disse…
Eu fui agredido pelo próprio Salazar, à saída da escola primária.
Fássistas!
Maria disse…
"Eu fui agredido pelo próprio Salazar, à saída da escola primária.
Fássistas!" (Neo)

Ahahahahaha...
Ricciardi disse…
Eu já fui agredido, varias vezes, pelo padre da freguesia. Um santo homem, como se fosse da família, que já morreu mas, tinha o habito de me apertar os dedos da mão e puxar as orelhas. A maior parte das vezes eu, um rapazola, não fazia nada mas levava por precaução. Dizia ele que me batia para compensar as vezes que não me apanhava ou por coisas que não fiz mas que estava pensar fazer.
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Eu bem lhe dizia que era o Manel que tirava a tampa do ralo da agua benta mas ele não acreditava porque o Manel tinha cara de anjo e não comia hóstias com mel, como eu gostava de fazer.
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Ele dizia que era um pecado tirar hóstias. Eu dizia lhe que pecado era deixar que elas se estragassem. Apanhava de imediato uma bofetada, claro.
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Este santo homem, eu já adulto, exigia que eu me fosse confessar.

Dizia que eu tinha muitos pecados mas eu desconfio que ele queria mesmo era falar comigo a ver se eu convencia o meu pai a organizar mais uma jornada de caça no Alentejo. Era a grande alegria dele. Passar la por casa com a desculpa de que eu não me confessei e ir à caça. Qualquer que fosse o motivo perguntava sempre se tinha alguma garrafa aberta do nosso vinho. Eu dava lhe sempre duas ou três.
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Também, por cada pecado que eu lhe inventava nas confissões ele perguntava quem me tinha ensinado a fazer tais pecados.

Eu menti senhor padre. E quem te ensinou a mentiri (mentiri, que era assim que ele dizia)? Mentiri senhor padre, ora bem, talvez tenha sido o diabo. Oh rapaz o diabo não ensina, nem anda por ai a falar contigo, diz la quem te ensinou a mentiri?

Nunca tive coragem de lhe dizer que a confissão de que tinha pecado por mentiras era invenção para confessor ver. Ele gostava que eu confessasse que pequei e eu ajudava-o dizendo que mentia desalmadamente. A grande mentira era mentir que mentia but hei, por alturas das confissões não me saia nada de relevante.

Vem isto a proposito do facto de nunca, mas mesmo nunca, o senhor padre ter dito que pecava pela carga genética da família. Nem lhe passava pela cabeça dizer tal coisa, como bom católico que obviamente ele era.
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Rb
Ricciardi disse…
Uma noticia boa, nos padrões das patrulhas da direita extremada seria aquela que foca os crimes na raça, na cor da pele, religião e outras lateralidade afins, do criminoso e menos naquilo que aconteceu.

Por exemplo, branco com ascendência sueca agride arbitro de futebol no dragao. Ou, então, preto de carapinha agride advogado de acusação.
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Se as notícias focassem os crimes na raça, credo ou preferência clubistica teríamos obviamente uma má notícia. Por exemplo, a noticia de que um benfiquista agrediu o director de comunicação do Sporting teria voto de clamor nas hostes benfiquistas apesar do benfiquista em questão ser cigano.
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Também, era bonito começar a fazer noticias com base nas preferências politico partidárias.
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Simpatizante do Salazar rapta menino para resgate. Militante do partido socialista assalta ourivesaria em Gaia.
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Quer dizer, estas notícias, apesar de verdadeiras, seriam imbecis. Excepto nas cabeças dos simpatizantes da direita extremada que, pelo que diz as Secretas portuguesas, estão a crescer e a movimentar -se nas redes sociais como nunca.
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Heil.

Rb
Ricciardi disse…
Apesar de que demover um racista de ser racista ser uma missão impossível (o mal não sai assim duma penada, enfim), convém pelo menos conhecer os fundamentos da origem do preconceito contra ciganos que por estas caixas de comentários deste blogue pululam. Como pipocas no microndas.

A origem do preconceito contra as comunidades ciganas está relacionada com as profissões através das quais sobreviviam. Historicamente, os ciganos lidavam, na idade média, com três ramos de ocupação mal vistos pela sociedade. Eram então associados à indústria da “diversão”, como músicos, dançarinos e adivinhos, da “morte”, como talhantes, e do “lixo”, como ferreiros, que por não terem acesso à matéria-prima era forçados a procurar ferro-velho nos detritos. Durante este período, várias lendas populares percorreram a Europa formatando o pensamento da época. Uma delas é a de que o ferreiro que fez os pregos colocados em Jesus, na cruz, era cigano. Jesus então teria amaldiçoado todos os ciganos com uma vida de nomadismo. Aliás, é o nomadismo o fator apontado como o principal motivo da desconfiança que a sociedade alimenta em relação a este grupo étnico. A necessidade de deslocar-se, geralmente em coloridas caravanas, para encontrar melhores condições de vida, fez com que os ciganos tivessem um contato mínimo com o mundo “não-cigano”. Fora estes e outros casos, a realidade é que os preconceitos contra os ciganos se foram acumulando durante séculos no imaginário popular, o que provocou, por sua vez, um maior isolamento entre estes grupos.
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Os ciganos estão em Portugal desde a idade media. Eu sou absolutamente contra. Contra a descriminação e, espantem-se abeculas, contra a integração que querem fazer.
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A única integração desejável é apenas uma: respeitar a etnia e as suas tradições quando estas não são contrárias a leis essenciais do país.
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Nada deste devido respeito belisca na necessidade de ordem. Obviamente.
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Cristo, quando por cá andou fisicamente, foi dos temas que mais vezes insistiu. Não há judeus, nem gregos... nem prostitutas... há pessoas com as suas circunscias. Ele recusava julga-los. Antes percebia as suas circunstacias.
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Cristo estava muito à frente do seu tempo. Só mesmo neste último século, se comecou a perceber esta verdade. Com o advento dos estudos de pscologos e rapaziada dessas áreas que começaram a perceber aquilo que Cristo já dizia há mais de 2000 anos. Que não se pode acusar os gregos de serem gregos, como bem dizia são Paulo.
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Rb
Floribundus disse…
noticias de hoje

'a policia evacuou na Fac de Engenharia'

CR7 com 'golo do outro mundo'

tenho mais receio da ciganada tributária

fui agredido pelos governos sociais-fascistas
Este comentário foi removido pelo autor.