Económico:
Horst Köhler demitiu-se poucos dias depois de declarações sobre o Afeganistão que causaram alguma polémica.
Köhler, 67 anos, cumpria o primeiro ano do seu segundo mandato enquanto presidente da Alemanha.
A renúncia, hoje anunciada, tem efeitos imediatos e surge após uma onda de críticas por causa de declarações do governante alemão sobre o Afeganistão.
Público:
O secretário de Estado das Finanças do novo Governo conservador britânico, o lib-dem David Laws, anunciou a sua demissão, capitulando num escândalo de cobrança indevida de despesas ao fim de três semanas como titular da pasta e segundo na linha hierárquica a seguir ao ministro.
Tsf:
O ministro espanhol da Justiça demitiu-se na sequência de um escândalo relacionado com o seu encontro com Baltasar Garzon durante uma caçada. Mariano Fernandez Bermejo encontrou-se com este juiz quando estava em instrução um processo por corrupção que envolve elementos do Partido Popular.
Como diz um comentador no Público, "o azar deles é não serem portugueses. Se fossem, assobiavam para o lado e ainda reclamavam com a CS por se meter nos seus assuntos privados."
Horst Köhler demitiu-se poucos dias depois de declarações sobre o Afeganistão que causaram alguma polémica.
Köhler, 67 anos, cumpria o primeiro ano do seu segundo mandato enquanto presidente da Alemanha.
A renúncia, hoje anunciada, tem efeitos imediatos e surge após uma onda de críticas por causa de declarações do governante alemão sobre o Afeganistão.
Público:
O secretário de Estado das Finanças do novo Governo conservador britânico, o lib-dem David Laws, anunciou a sua demissão, capitulando num escândalo de cobrança indevida de despesas ao fim de três semanas como titular da pasta e segundo na linha hierárquica a seguir ao ministro.
Tsf:
O ministro espanhol da Justiça demitiu-se na sequência de um escândalo relacionado com o seu encontro com Baltasar Garzon durante uma caçada. Mariano Fernandez Bermejo encontrou-se com este juiz quando estava em instrução um processo por corrupção que envolve elementos do Partido Popular.
Como diz um comentador no Público, "o azar deles é não serem portugueses. Se fossem, assobiavam para o lado e ainda reclamavam com a CS por se meter nos seus assuntos privados."
A ética republicana dos José S. e Ricardo Rodrigues e Assis, por cá, é a da lei. Curiosamente as leis são copiadas desses países...e não se prevê a admissibilidade de se poder fazer corninhos na Assembleia da República.
Surripiar gravadores alheios e dizer que foi em acção directa já está previsto legalmente. Mentir no Parlamento descaradamente é o pão nosso de cada dia e por isso o costume que a lei prevê.
Por isso temos o que merecemos: a mediocridade, o descalabro democrático e a maior pouca-vergonha de que há memória.