quinta-feira, 27 de maio de 2010

O dito e o feito

Sol:

Insistindo que «ninguém goza de impunidade e que a Justiça trata todos por igual», o PGR considerou importante encontrar meios para que as pessoas denunciem os crimes, já que o grau de criminalidade participada é menor do que a praticada.

Há crimes denunciados que nem sequer são investigados, mas arquivados liminarmente, sem que se possa saber porquê.

E há pessoas em Portugal que por exercerem cargos políticos de relevo são tratados de modo diferente dos demais cidadãos, exigindo a lei requisitos que não concede aos outros cidadãos, sem qualquer justificação plausível.

Por isso, aquelas declarações do actual PGR não são credíveis.

6 comentários:

goncalo disse...

Ainda não parei de rir! Que momento cómico nos ofereceu hoje a SIC Notícias com o Crespo e a Cabrita!

Que achado!

Melhor só com Medina Carreira e Karocha!

Parabéns, belo momento de televisão.

GM

joserui disse...

Não são credíveis? É o que se chama dar a cara com a careta. -- JRF

fsosalgueiro disse...

Continuo a visitar diariamente o sítio e deixo-lhe uma palavra de apoio para que continue o bom trabalho realizado. O estado a que isto chegou deixa-nos sem vontade de protestar tal é o descaramento com que os governantes e os titulares de cargos reguladores (aqui se inclue a assembleia, os tribunais etc) nos tratam. Bem caracteriza o Pacheco este estado quando refere a acédia em que nos encontramos.
Continuação de bom trabalho

victor rosa de freitas disse...

Já quase toda a gente sabe que o actual PGR prega de uma maneira mas faz de outra...

Trata-se de propaganda e linguagem que passa para a opinião pública formada, na maior parte, por ignorantes que, depois, não têm capacidade de chegar à verdade.

O labrego do beirão sabe-a toda. Pena que do lado do "mal".

Mas que grande aldrabão me saiu este Pinto Monteiro.

E que lata que ele tem!

victor rosa de freitas disse...

Adenda:

Ou não fosse Pinto Monteiro o MINISTRO Público. Repito: MINISTRO.

Karocha disse...

Você gosta muito de mim Goncalo.

Tantas saudadinhas LOOOLLLLL

Finito, Fernando Esteves