terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Ora cá está, a nova canalhice do Público: a causa importada do anti-racismo

Editorial de Manuel Carvalho, do Público, o órgão oficioso do esquerdismo da canalhice militante, porque vinda. directamente, da doença infantil do comunismo de antanho.


Onde reside desta vez o resquício daquela canalhice que assenta arraiais no Público? Aqui:
[os insultos] "foram ditos por um bando de bárbaros que acredita na sua supremacia racial".  É isto que importa reter como mensagem explícita no escrito susceptível de incendiar a opinião pública crédula e manipulável.
O truque é sempre o mesmo: pegar em algo factualmente indesmentível, como no caso da violência doméstica ou da causa dos animais ou mesmo da eutanásia e explorar o lado obscuro, perverso que lhes é inerente a fim de conduzir a água turva ao moinho de legislação e indignação pública.
É um método que se tem revelado infalível no marxismo cultural e que tem sido experimentado lá fora, com sucesso. E daí a importação.

Por exemplo, o gesto falado de um Arménio Carlos ao apodar de "escurinho" o indivíduo que veio cá com o FMI, no tempo da "troika do Passos" não mereceu o mesmo repúdio geral e abstracto.  E no entanto ressuma a mesmíssima toada da turba ululante dos estádios: uma raiva particular dirigida a um indivíduo tomando de ponta a sua cor estrangeira ou de raça.
O gesto deste Arménio não mereceu editorial ou indignação geral porque provinha de um "camarada", simplesmente. Um "companheiro de luta" que foi apenas "infeliz" no comentário.

Facilmente a canalhice do editorialista do Público seria desmontada se lhe disserem que havia mais pretos a jogar naquele estádio ou que nunca se ouviu e viu a mesma coisa em Portugal, nos jogos de futebol dos anos sessenta e setenta, relativamente a um Eusébio ou a um Coluna, para não falar de outros.
"Os brandos costumes" portugueses não mudaram. O que mudou foi a canalhice destes intérpretes avulsos de tais costumes e que querem à viva força apresentar uma "nova causa pelas gentes", juntando-a a outras que pescam igualmente nas águas turvas em que chafurdam, desde sempre.

Quanto ao articulista da última página, o cada vez mais confuso João Miguel Tavares é ler o escrito e comparar com o editorial para se ver melhor o dislate e a forma curiosa de o acaparar...



O que esta canalha pretende, sob a capa de um mítico avanço civilizacional é isto que o Público prenuncia:  uma intervenção maior do poder público a legitimar a "causa". Legislação, tribunais, mais "formação de magistrados" com apoio da ministra da Justiça que virá a terreno dar os meios que são necessários para tal.

Quem é o jurista citado? Um tal Pedro Bacelar de Vasconcelos, o dos "ciganos" de Vila Verde. Percebe-se a estratégia ou será necessário mais desenhos?
É uma estratégia vencedora, com um desfecho previsível: abrir o caminho todo para o verdadeiro fascismo, o totalitário e implacável. Aquele que mata em nome das ideias. Tal como fizeram os pais ideológicos destes canalhas.


Reforço da tese, no Público de hoje:


Isto vai continuar, pela certa. Mas pode ser que lhes saia o tiro pela culatra porque a maioria das pessoas que não alinham nestas tretas sabem quem tem razão e sabem que o racismo em Portugal é o que sempre foi: residual, sem expressão que justifique uma causa assim erigida, pelos mamadous e joacines a actuarem como paus-mandados nesta ideologia canalha vinda de outras paragens.

E isso também pode vir a ter consequências e nesse caso menos agradáveis para tal canalha. A não ser que pretendam mesmo o confronto...o que não seria inédito. Já aconteceu: no PREC.

Entretanto ouvi isto e julgo que põe os pontos nos ii, sem mais. Destaca a hipocrisia ambiente...

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