terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

O MºPº já instaurou o inquérito por branqueamento de capitais?

Observador:

O Departamento Especial Contra a Corrupção e a Criminalidade Organizada do Ministério Público (MP) de Espanha está a investigar António Vitorino pelo seu alegado envolvimento no caso de corrupção e branqueamento de capitais que tem Raul Morodo, ex-embaixador espanhol em Lisboa e Caracas, o seu filho Alejo, genro do ex-ministro Dias Loureiro (PSD), e a Petróleos da Venezuela (PDVSA) como principais protagonistas.

Em causa estão transferências de cerca de 350 mil euros que os Morodo transferiram para contas pessoais de Vitorino e da sua empresa de consultadoria. “Parece necessário investigar se os serviços de consultadoria prestados pela Emab Consultores Lda. e António Manuel Carvalho Ferreira Vitorino que deram lugar a estas transferências são reais e se existe documentação que provem os mesmos serviços”, lê-se no relatório da Unidade de Apoio da Autoridade Tributária Espanhola a que o Observador teve acesso.

Este relatório foi noticiado em primeira mão este domingo pelo jornal digital espanhol Ok Diário — uma publicação fundada por um ex-jornalista do El Mundo.

O dinheiro já cá canta. A ilicitude da conduta que o ganhou já foi questionada pelo MºPº espanhol...então de que estão à espera? Que seja o João Lourenço, perdão, o Maduro a denunciar?

Não pode ser? Ne bis in idem? Nãaa...é mesmo bis in idem. Relapso. Trabalho suplementar para Inês Bonina, no DCIAP. Chatices.

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