quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

BES, Ricardo Salgado e os amigos das ocasiões

Será que alguma vez iremos entender isto no seu verdadeiro significado global?

Observador, hoje, artigo de João Simeão, ex-director adjunto do Montepio Geral:


Recuemos a Setembro de 2014, na altura do estouro do BES, notícia da TVI


Observador, 24 de Julho de 2019: a CVM a actuar...


Resultado da "actuação" da CMVM: três auditores saem da empresa de auditoria. Para outra qualquer...certamente.



E que mais? Só isto?! Bem...explica-se a seguir:

Em Dezembro de 2019 "actuou" um pouco mais:



E já em 2020 foi um pouco mais longe, como mostra esta imagem da Cofina...o rapaz dos óculos é o Francisquinho, filho de Proença de Caravalho. É um dos que conhece esta história toda, quase todinha. Mas não pode contar...



Ora então a CMVM "acusa". Pois lá isso acusa. E depois disso?

Vem estas notícias que são veiculadas por um blog, A voz da Razão:


Destas figuras da banca nacional que ali se retratam, alguns foram condenados pela CMVM. Mas não consta lá o nome de Ricardo Salgado nem o tal Tomás Correia de que se dá conta no excerto acima e que esteve nestas moscambilhas do Montepio... damn it! Porque será?

A CMVM esqueceu-se?

Quem é a CMVM? Está tudo aqui, o que se pode saber, claro:


Gabriela Figueiredo Dias? Sim, filha de Jorge Figueiredo Dias, o filho de um dono de tabacaria de Viseu que chegou longe na Universidade de Coimbra ( porque soube aproveitar as boas graças de Eduardo Correia, tal como escreve Teresa Beleza no artigo mostrado ontem)  e na política nacional do PSD do princípio e é um dos patronos da nossa lei penal actual. Tal como Costa Andrade, actual presidente do Tribunal Constitucional.

Isto é que é uma família alargada, de Coimbra!

Para além disso não há vida pública rentável, em Portugal, fora de alguns partidos. Quer dizer, fora do PS e do PSD. A prova? Ora, ora... não é preciso ir a Coimbra. Lisboa é que é!

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