A sociologia tipo ISCTE, com influência no sistema educativo, dá nisto, inevitavelmente: uma igualdade de pacotilha e uma diferenciação de oportunidades paradoxal. Proclama-se, escreve-se e anuncia-se uma coisa. E a realidade desmente-a logo a seguir.
"Os cursos com médias mais altas, como Medicina, são tendencialmente preenchidos por alunos de famílias com mais recursos, revela um estudo na Universidade de Lisboa, que conclui que o acesso ao ensino superior não é “apenas uma questão de mérito”.