domingo, 1 de março de 2020

A esquerda é uma grande aldrabice: eis algumas razões.

No postal anterior apresentei duas entrevistas recentes a dois indivíduos de esquerda cujas ideias dominam o actual panorama ideológico nacional. Nem são comunistas mas apenas cultores de velhas  ideias de esquerda que se opõem ao que é a realidade, preferindo inventar uma realidade alternativa e paralela veiculada pelo velhíssimo marxismo cultural que invadiu todo o panorama mediático.

Em 1988 o autor Jean-François Revel que dedicou toda a sua vida a desmontar as aldrabices dessa esquerda que foi totalitária e depois se adaptou a uma democracia culturalmente condicionada pela mesmíssima ideologia, escreveu um livro que intitulou O Conhecimento Inútil. Tal livro foi editado em Portugal um ano depois pela Europa-América de um desses cultores de esquerda maçónica, Lyon de Castro, já falecido. Em 1991 folheei aquilo e encontrei resposta a algumas questões que já então eram candentes, mormente relativas à "cultura".  Passadas estas décadas o problema não só se agravou como se espalhou como um vírus pior que o corona.

Estas páginas que recortei do livro, mostram dois aspectos de tal ideologia que retomou plenamente o seu curso e que tem bandeira nos principais media nacionais, com destaque para o Público e a Sic.

Aqui ficam as considerações do autor, nos anos oitenta do século passado, sobre dois temas candentes: a educação e a cultura. Há outros temas, um dos quais muito actual, sobre o racismo, mas por agora ficam estes cujo tratamento, já com mais de trinta anos em cima permanece actual, mormente o que se refere à televisão que aquele Pedro Norton serviu como almocreve dos senhores da ideologia que temos...

O Ventura provavelmente nunca leu isto. Mas devia ler, para lhes Chegar ainda mais e melhor.




São poucas páginas, faltam algumas mas é o suficiente para se ler o que esta esquerda miserável nos anda a fazer há décadas: uma destruição programada e implacável. Até agora com sucesso...

Faltou concluir com uma frase do livro: "o que distingue o intelectual não é a segurança da sua opção, é a amplitude dos recursos conceptuais, lógicos e verbais que manifesta ao serviço dessa opção para a justificar".
Tal e qual como os exemplos acima apontados e muitos outros que tenho posto aqui.

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