quarta-feira, 2 de setembro de 2020

O esquerdismo radical não admite objecções...

Público de hoje:


Há uma objecção de consciência, alargada a um abaixo-assinado, ao sistema de ensino que torna obrigatória a frequência da disciplina de Educação para a Cidadania e o Desenvolvimento, no ensino Secundário, resultado da Geringonça de esquerda que governa.

A mania de doutrinar os estudantes nos novos conceitos que a esquerda adoptou, copiando as madrassas americanas que por sua vez copiaram as ideias esquerdistas que rebentaram em França no final dos anos sessenta deu no que deu: uma geração de jacobinos que agora já tem as suas madrassas, no ISCTE e no CES de Coimbra e noutros lugares da governação e da redacção de programas escolares.

Um grupo de indivíduos decidiu dizer basta! e tanto bastou para se levantar o coro dos zombies agravados. Pode ler-se na coluna de opinião da direita o que na esquerda se tenta impor a todos, como catequese obrigatória. O arrazoado é ridículo no mínimo ( tenta demonstrar que as razões filosóficas subjacentes aos subscritores do abaixo-assinado liquidam a legitimidade para contestar a filosofia radical esquerdista que o programa de ensino contém...) e mostra bem a má-fé destas almas penadas do radicalismo pós Maio 68, importado das madrassas da América do Norte, dos Chomsky e quejandas figuras pardas.

Em tempos que já lá vão, um dos próceres deste esquerdismo de enguias eléctricas, Vital Moreira, comentava assim, em tandem com Gomes Canotilho, o assunto da objecção de consciência e era então clarinho: "É evidente que a Constituição não reserva a objecção de consciência apenas para as obrigações militares nem somente para os motivos de  índole religiosa, podendo portanto invocar-se em relação a outros domínios e fundamentar-se em outras razões de consciência ( morais, filosóficas, etc). 



 Objecte-se a esta cambada de malucos!

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