terça-feira, 8 de setembro de 2020

Os políticos da parlapatice

Tal&Qual de 15 de Março de 1985, antes da entrada de Portugal na CEE e em pleno efeito da segunda bancarrota no país em dez anos.

Champalimaud, exilado no Brasil depois de o terem expoliado por cá, durante o PREC dizia isto a quem o quis então ouvir.


Mário Soares em Março de 1985 era o primeiro-ministro do governo de bloco central, no poder desde 1983. Foi evidentemente um dos principais padrinhos das bancarrotas que tivemos, precisamente devido à parlapatice.

Mário Soares é um dos maiores mitos da nossa história contemporânea. Apresentado como pai da democracia que há o que nem sequer é por aí muito honroso, deixou uma fundação sustentada quase integralmente com o património que o Estado lhe deu e alguns finórios, como Ricardo Espírito Santo.

Champalimaud tendo sido espoliado em 1975 regressou ao país nos anos noventa, ainda a tempo de deixar ao país uma Fundação que só tem paralelo com a Gulbenkian.

A diferença entre o parlapatão e o espoliado de Abril é também essa: uma realidade escamoteada pelos demais parlapatães que abundam por cá.

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