quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

O óbvio gritante

Sic:

Paulo Macedo, que falava na Comissão Parlamentar de Saúde, revelou que as auditorias externas foram solicitadas e são para continuar, independentemente do "bom trabalho" que está a ser feito pela Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS).
O minisiro revelou ainda que, em matéria de fraude, estão actualmente a ser investogados pela Polícia Judiciária e pelo Ministério Público entre 40 a 50 casos.
Destes casos, pormenorizou, mais de metade são relativos a prescrição médica, uma parte diz respeito a meios complementares (falsa prescrição) e um conjunto de casos refere-se à adjudicação de bens e serviços e desvios de verbas e de bens, além de outros "casos menores".


Tudo depende agora do tempo e capacidade dos auditores. Aposto que irão cobrar muito menos ao Estado do que certas sociedades de advogados que cobram à hora...

4 comentários:

Floribundus disse...

vai começar a berraria contra a destruição do sns
deve eatar a chegar o aparvalhado na qualidade de bobo da corte

naoseiquenome usar disse...

Que é que tem a ver o cu com as calças? Os advogados sabem fazer auditorias?!
E já agora imagina quanto custa uma auditoria destas?

josé disse...

O cu é este:

Tudo depende agora do tempo e capacidade dos auditores.

As calças são estas: Aposto que irão cobrar muito menos .

Aposta o contrário?

naoseiquenome usar disse...

Não aposto nada, porque para isso teria de ter dados de uns e de outros. E só posso aventar quanto aos segundos.
Auditorias externas a realizar eventualmente pela Deloitte, ou quejandas (com ligações aos proponentes), quando o próprio ministério dispõe de recursos para o efeito e se sabe que está mais que falido, essa é que deveria ser a questão.