quinta-feira, 16 de julho de 2020

Lágrimas pelo sistema mediático

De todas as vozes públicas que noticiaram e comentaram o caso EDP e a decisão do TCIC da autoria do juiz Carlos Alexandre só esta se atreve a mencionar o óbvio e ao mesmo tempo a mostrar que o rei vai nu no panorama geral dos media nacionais.

É impressionante saber que esta voz- de Eduardo Dâmaso, da Sábado- é isolada das restantes vozes dos diversos donos que se pronunciaram tal e qual se escreve neste artigo:


Ao mesmo tempo que é um bálsamo de sanidade ética e jurídica torna-se ao mesmo tempo aterrador, por contraste, logo que se traz à lembrança tudo o que os noticiadores e komentadores disseram e escreveram contra o TCIC e o juiz em particular a propósito da decisão no caso EDP, de aplicação de uma simples medida de coacção.
Simplesmente aterrador pensar que a liberdade de imprensa e informação está entregue a esta gente sem independência, sem craveira moral e sem estofo, intelectual sequer, para entender o que está em causa. Ou demasiado entendedores, o que ainda é pior.

Mais do mesmo: o director geral de publicações Cofina, Octávio Ribeiro, indivíduo da "outra banda" também se espanta com a série negra de recursos que o outro juiz do TCIC perde no tribunal superior, permanecendo impassível e inamovível e que o leva a interrogar de "onde chega" esta personagem bizarra e ainda para onde irá. Poderá um juiz deste jaez ascender ao tribunal superior da Relação? Não me espantaria mas seria ainda mais bizarro...:


Uma imagem que vale milhares de palavras. Esta é do Sol de 26 de Junho de 2014 quando já estava tudo estragado mas ainda não cheirava mal por todo o lado. Lá ao fundo, já entalado na imagem pública, está o Vieira, do Benfica, amigo do Rangel da judicatura:


E esta com dois artistas do mais fino que há em Portugal. Saltimbancos de piruetas em queda livre jurídica é com eles.
Tudo em prol de entalados. Eis os advogados Patrício e Medeiros. Um deles escreve mesmo poesia em prosa, no jornal i:




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