domingo, 26 de julho de 2020

O ouro de Portugal amealhado por Salazar e desbaratado pelo socialismo

No sítio do Sol há um artigo sobre os 50 anos da morte de Salazar e também intitulado "50 anos após morte. Extrema direita promove homenagem a Salazar com romagem e missa".

Na caixa de comentários do artigo aparece este- assinado por um "zangado"- que vale a pena ler:

17 mil milhões de euros desbaratados pelo Banco de Portugal.
O Banco de Portugal em apenas 25 anos desbaratou 483,5 toneladas das reservas nacionais de ouro.

Em 25 de Abril de 1974 o Banco de Portugal (BdP) tinha 865.936 kg de ouro nas suas reservas, contudo em 31 de Dezembro de 2010 já só restavam 382.509,58 kg.

Ou seja, em 36 anos desapareceram 483.426,42 kg de ouro das reservas do BdP, o que dá uma média consumo de 13.428,5 kg por ano, ou seja, qualquer coisa como mais de 13 toneladas de ouro alienadas por ano!

Refira-se que desde o 25 de Abril de 1974, este regime político pseudodemocrático e corrupto gastou, em nada que se visse, mais de 483 toneladas de ouro, e só Vítor Constâncio, o penúltimo Governador do Banco de Portugal (BdP) de 2000 a 2010, que tinha à sua guarda 606 toneladas, em meros 10 anos, de 2001 a 2009, tratou desbaratar 224,4 toneladas.

Temos de perguntar quanto valeriam as toneladas de ouro se o se o BdP tivesse preservado as suas reservas de ouro.

Esta gente irresponsável andou a desbarata-lo quando a sua cotação era baixa e, agora que o valor é bem mais alto, o BdP tem muito menos da metade das reservas do que tinha antes à sua guarda em 25 de Abril de 1974.

Veja-se: em 2009, quando Vítor Constâncio parou a sua fúria de vendas do ouro de Portugal a onça (31,10 gramas) de ouro valia 373,00 €, mas, passados somente 3 anos, no ano de 2012, iria atingir o valor médio de 1.350,00 €.

Ou seja, o ouro passou a valer 6,5 vezes mais do que no período compreendido de 2001 até 2009, durante o qual Vítor Constâncio vendeu ao desbarato, sem que se saiba para o quê, uma parte substancial do nosso ouro.

Ora seja, e para que se perceba a irresponsabilidade do ex-Presidente do BdP, o atual vice-Presidente do Banco Central Europeu, Vítor Constâncio, caso aquelas 224,2 toneladas de ouro tivessem sido mantidas nos cofres de Portugal o seu valor representaria no final de 2012, na atual cotação de 979,00 € a onça de ouro, em números redondos e fazendo as contas, representariam hoje um acréscimo de reservas nacionais portuguesas no montante de aproximadamente de 8.000.000,00 €.

Por sua vez, as 483 toneladas de ouro alienadas desde o 25 de Abril de 1974 até aos dias de hoje, caso continuassem à nossa guarda e poupança, valeriam aproximadamente 17 mil milhões de Euros!

E ninguém pede contas a Vítor Constâncio, aos anteriores governadores e demais compinchas que alienaram as nossas reservas nacionais de ouro, sem que se saibamos o que lhe fizeram?"

Com três bancarrotas no cartório, o socialismo português não hesitou em malbratar em 2009, na última delas e pela mão do fantástico Vítor Constâncio, um dos aristocratas do largo do Rato, milhares de milhões desse valor amealhado por Salazar de quem depois dizem cobras e lagartos, inclusivé a propósito do modo como foi acumulado nos cofres do Banco de Portugal. 

O socialismo português nunca soube fazer outra coisa que não gastar o que outros pouparam...e continua a ser assim, nos dias de hoje.


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