terça-feira, 9 de março de 2021

O PCP continua a ser isto: revolucionário, subversivo e anti-democrático. E recalca tudo isso...

 No último número da revista do PCP, O Militante,  aparece este texto que revela a natureza do PCP. 

Em poucas frases se esclarece o que é o PCP, o que pretende para o país e como se orienta politicamente nessa tarefa, desde sempre.

É um partido revolucionário que adoptou o modelo leninista de acesso ao poder, só não o pondo em prática porque lhe está vedado o acesso a meios que o arrastariam para mais um caixote de lixo da História. Mas nunca abdicou de tais princípios e valores e espera por um godot que nunca mais vem e amanhãs que se tornaram em saudades de ontem. Profundas e que alimentam todas as fantasias. 

Foi a tudo isto que alguns celerados deram vivas e outros idiotas úteis continuam a fazer de conta que desconhecem.

Estes princípios e valores são eminentemente inconstitucionais e poderiam suscitar uma intervenção para ilegalização do PCP, muito mais do que qualquer tentativa de farsa para ilegalizar um CHEGA. 

A última pessoa que lhes comeu as papas na cabeça ideológica, a estes totalitários do comunismo, sectários fossilizados de um sovietismo completamente ultrapassado, foi Marcello Caetano, já há mais de 40 anos. Mas é um...fassista, claro. 

Ora leiam-se as frases:








 




Porque é que tudo isto é visto como sinal de um partido democrático que joga no tabuleiro da democracia de tipo ocidental que nunca verdadeiramente adoptaram como modelo e que execram ostensivamente, tanto como escondem tacticamente tal aversão?

É um mistério que anda por aqui neste blog já há vários anos para ser desvendado. Algumas respostas já foram encontradas e uma delas reside no assalto à linguagem corrente para designar fenómenos políticos e sociais. 
A linguagem comunista, ou esquerdista em geral porque bebe na mesma fonte inquinada, foi dada a beber, desde muito cedo aos protagonistas mediáticos e intelectuais de bolso que tivemos e continuamos a ter e que moldaram completamente o discurso corrente, mediático. 

E essa é uma das explicações. Mas há outras. 

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