sábado, 13 de fevereiro de 2021

Marcelino da Mata não existiu para as tv´s

 Crónica de JMT no Público de hoje:


Portanto, os adelinos de faria das tv´s ignoraram a morte de um herói nacional, tal como o presidente da República, aliás ( limitou-se a mandar fazer isto...).

O que significa isto? JMT diz que Marcelino da Mata era uma figura triplamente incómoda: por ser um lutador negro na "guerra colonial"; por ser um herói do Estado Novo ( que acabou em 1968 mas enfim...estes jornalistas que lêem livros ainda não chegaram a essa parte da História) e por ser um militar que foi "barbaramente espancado por militares da extrema-esquerda ligados ao MRPP, já em plena democracia". Dois erros nesta frase: Marcelino da Mata foi torturado, não apenas espancado e a "plena democracia" enfim é coisa cuja semântica não deveria enganar ninguém. 

Para além disto a gravidade da actual Censura dos adelinos de faria e quejandos  crespos é que ocorre numa suposta "plena democracia" o que só por si demonstra que é coisa feique esta suposta democracia, porque as tv´s, meio de informação privilegiado e de massas omitiram tal notícia deliberadamente, censurando-a por motivos que se podem adivinhar mas são inconfessáveis.

Antes de 25 de Abril, no Estado Novo e Estado Social havia Censura, por causa do esquerdismo comunista e por causa da guerra no Ultramar. Hoje em dia há censura porquê?! 

Não se compreende a não ser se entendermos estes farias e crespos como ignorantes, sectários e anti-democratas. Tudo coisas que os deveriam pôr a mexer dos respectivos lugares. "O quanto antes", como dizem estes mesmos ignorantes arrogantes. 

Hoje no SOL e a propósito de outro assunto, Ramalho Eanes explica porque é que esta gente é como é, ou seja, sectária e ignorante e nunca deveria estar nos sítios onde estão.



Entretanto para se saber a história de Marcelino da Mata convém ler este relato, de Helena Matos, no Observador. Tem lá esta foto de um tal Quinhones. Por onda andará este melro que acompanhou Sartre quando este intelectual francês da extrema-esquerda veio a Portugal ver como era o PREC?


 



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