segunda-feira, 15 de fevereiro de 2021

Rosas e Flunser: os activistas do antifassismo

 No dia 11 deste mês, Fátima Bonifácio escrevia este artigo no Público declarando que o CHEGA era uma esperança para a direita portuguesa desaparecida do combate democrático:


Tanto bastou para soarem os gongos marxistas na redacção editorial e hoje temos dois artigos dos "historiadores" do costume para "normalizar" o desaforo e apontar o despautério que é ter alguém que escreva para dizer o óbvio: que a democracia nunca poderá ser plena se ostracizar forças políticas que não agradam a outras...

Em primeiro lugar um pequeno artigo do historiador Rosas, sobrinho de um ministro de Salazar, co-fundador dessa força política de expressão mais que democrática, MRPP, reciclado no antifassismo corrente e sempre pronto a vilipendiar o fascismo imaginário de quem o ataca ideologicamente. Portanto, o CHEGA é um perigo para a democracia que este Rosas defende mas não só. Também outros "reaccionários" como Rui Ramos e aquela Fátima Bonifácio que seriam imediatamente expedidos para um gulag real se em Portugal houvesse o regime que o Rosas defende. Como ainda não há, para desgosto destes democratas, ficam acantonados no gulag imaginário das suas excreções permamentes e de expurgo totalitário da besta do seu apocalipse que é apodada de "extrema-direita xenófoba e racista". É este o reino do seu terror actualizado em renovação ideológica:  


 Por outro lado, em tandem aparece a outra historiador do regime antifassista, a Flunser que se torna muito amiga dos ciganos lá de casa que estão a ser perseguidos à maneira nazi pelo CHEGA. 

Topa-se onde a mesma quer chegar: ao mesmo sítio do tal Rosas, ao antro de terror que execram particularmente e que é a admissão no seio democrático de um partido que lhes come as papas na cabeça. A democracia do tipo Rosas&Flunser não admite tal naipe nem tal hipótese seria admissível na democracia que defendem e que todos sabem ser a "avançada". 


Neste caso da Flunser os ciganos são apenas o pretexto para assegurar que o CHEGA é racista e tal chega-lhe bem. Nem precisa de citar o que se fez na União Soviética estalinista quanto aos ciganos porque afinal tem à mão de semear a história do Holocausto, sempre tão útil para argumentar ad hitlerum, estratagema que julga sempre eficaz. O seus ascendentes parentais, formados no marxismo-leninismo defendiam exactamente este tipo de racismo, posto em prática no estalinismo soviético. Que importa tal coerência contraditória? Afinal os genes não propagam ideologia...

É assim que esta gente vegeta no panorama mediático nacional: com o perfume da sua própria estrumeira ideológica. 

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