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quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Roma não paga traições...e o senhor da Ponte já era.

Observador:

Conselho Geral Independente acaba de propor ao Governo a destituição da Administração da RTP, sabe o Observador. Decisão foi tomada esta tarde. 

O senhor da Ponte abusou da sorte e saiu-lhe a terminação.

14 comentários:

S.T. disse...


Logo agora que iam transmitir os jogos da Champions e o novo folhetim em co-produção com a Globo : «Ipanema 44» .

:(

Floribundus disse...

caiu da ponte
ficou debaixo da ponte
ponte a pé

foca disse...

Quem os mandou dispensar o 44

Floribundus disse...

a unanimidade no velório do ps-costa fez-me lembrar os tempo da urss

normalmente o zé polvinho exibe o contrário com ostentação

tal como se cantava na minha juventude

'a música de Tolosa
foi tocar ao Gavião.
todos lavaram o cu,
só o do bombo é que não'

lusitânea disse...

A RTP anda agora com um programa de rádio no Terreiro do Paço para ajudar as criancinhas numas migalhas.O futebol aos milhões e a RTP África são luxos de serviço público...internacionalista!

muja disse...

Ouvi dizer que o director de informação da RTP tem uma empresa de organização de eventos... que montou as festividades de fim de ano em Lisboa...




josé disse...

Se tem, é trabalho para o DCIAP...pode ser que tenha a mesma sorte de outros.

Floribundus disse...

Corta-Fitas

Miguel Mota Cardoso, a quem coube a ideia de apresentar o habeas corpus, terá agora de pagar 3000 euros de custas judiciais e, após ser celebrado por algumas redacções como «jurista», pode agora voltar a ser conhecido por em 2007 se ter barricado nas instalações da Universidade Lusíada, no Porto.

'o freguês que se segue!'

BELIAL disse...

Passou a ponte a pé.
E caiu da ponte abaixo.

Neste momento, deve estar a celebrar.
Livrou-se de boa...cloaca.

Floribundus disse...

Reflexões

Mário Frota
‘Sabia que morrem anualmente, em Portugal, 300 000 jovens entre os 15 e os 29 anos por causas directamente imputáveis a bebidas alcoólicas?’

José António Abreu, em 03.12.14
A deflação não é ter preços mais baixos. A deflação é as pessoas não consumirem, depois as lojas baixarem os preços porque ninguém compra, depois as empresas despedirem os seus funcionários, e depois irem à falência. Lavar e repetir. Menos consumo leva a preços mais baixos que leva a mais desemprego que leva a menos capacidade de consumo. Se isto não é claro, não se preocupem; vê-lo-ão tanto que não conseguirão que vos passe despercebido.
E não pensem que os EUA estão imunes. A maioria das vendas da Black Friday e do Natal serão plástico, i.e., mais dívida, e mais dívida significa menor capacidade de consumo no futuro.

Estado Sentido
em 1971, como se vê à esquerda no gráfico, havia 33 (trinta e três) idosos por 100 jovens. Hoje (quatro décadas depois) há 133 (cento e trinta e três) idosos por 100 jovens. Mais cem. Dir-se-á: mas é hiper-fixe! Os velhos duram mais, a medicina é uma maravilha, etc., é por isso que estas coisas estão a acontecer. Em parte. Só em parte. A queda dos jovens, por falta de nascimentos (curva azul), é a outra parte. Não sei como será a velhice dos que hoje estão a nascer. Mas também não me apetece sequer tentar imaginar. Talvez pudéssemos fazer alguma coisa por eles, por exemplo, evitando em cima de tudo o mais carregar para cima deles com as nossas dívidas colossais. Temos tentado. Mas tudo leva a crer que o Tribunal Constitucional não acha pertinente (com o estímulo do PS, que nos faliu, e só não voltará a falir-nos, se não deixarmos). Enfim, ou mudamos as coisas, ou um dia teremos, ai isso é que teremos, o mais feio dos conflitos sociais que é possível imaginar: jovens desesperados contra velhos indefesos. Não basta dizer que não se quer esse conflito.

muja disse...

Como é que se investiga criminalmente o critério de um director de informação?


Joaquim Carlos disse...

Vai tarde. Desconfio das relíquias de Relvas.

José disse...

Não se investiga porque não é possível organizar processos de intenção. Só de execução ou tentativa de.

Floribundus disse...

Net
célebre cântico do Magnificai (Luc. I, 46 - 55),
sobretudo neste famoso versículo 52, tantas vezes citado a propósito e a
despropósito, com fins espirituais e até revolucionários: - Deposuit potentes
de sede et exaltauit humiles, o que quer dizer: "Deus depôs os poderosos dos
seus tronos e exaltou os humildes".