segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

A morte fassista

 O inacreditável e imperturbável director de uma trupe teatral da estirpe da dirigente do BE é alvo de um artigo no Público de hoje, assim:


A anormalidade democrática que é mencionada por M. Fátima Bonifácio encontra paralelo num acontecimento de finais de 1974, publicitado na revista Vida Mundial dessa época e que foi a estreia em Portugal de um filme de Arrabal, dito anarquista espanhol, chamado Viva La Muerte! 

O título repescava o mítico grito dos "fascistas" espanhóis durante a guerra civil, cuja realidade é apenas isso, do domínio do mito. À semalhança do mito dos gladiadores do Ave Cesar, morituri te salutant!





Este Arrabal e a recensão crítica do filme mais as imagens do mesmo dão uma noção da mitologia desta gente de que faz parte o tal inenarrável director de trupe teatral, premiado por ser quem é: um esquerdista radical que enforma o sistema cultural vigente. 
A complacência mediática, mormente do Público é assim garantida. A SONAE paga...

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