quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Postal de Natal

 Com a leitura desta crónica no CM de hoje revela-se uma mudança nos costumes. E não é para melhor...


Talvez este fenómeno tenha a ver com algo que nos é estranho enquanto povo daqui e com séculos de História. Como os outros, aliás. Só que a nossa História não é a mesma que a deles e por isso o bizarro da situação em quereremos imitar o que não nos pertence.

Talvez que a tradição estranha tenha vindo daqui, mostrada neste antiquíssimo postal de Natal: 



Por cá, no dealbar da nossa modernidade dos anos sessenta para os setenta, os postais de Natal ainda eram o que a tradição dizia que devia ser e como tal eram produzidos, embora já com algumas nuances. 

Como estes que trocávamos quando éramos crianças...


Portanto ainda é assim que desejo Boas Festas e Feliz Ano Novo: com a tradição que foi a nossa e que não deveria acabar assim tão depressa. 

O Natal é simbolizado num presépio. Quanto muito numa estrela cadente ou num cometa anunciador. 

O presépio tem o menino Jesus como figura central e Jesus Cristo é para os cristãos, o Salvador. E Maria a sua Mãe com José o seu Pai. A Sagrada Família que serviu de modelo para a nossa sociedade de sempre que agora sofre os embates de uma modernidade que não oferece melhor do que tal modelo representa. 

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