domingo, 3 de janeiro de 2021

Nova página de escândalos no CM

 O CM tem um novo articulista ao Domingo, o conhecido activista da escandaleira nacional, Paulo Morais.

Adivinham-se processos contra o activista devido à sua impreparação de base e voluntarismo por vezes precipitado nas conclusões paridas sobre os factos gerados. 

Apesar disso, a página inaugural afigura-se auspiciosa, carecendo apenas de um certo cinismo que só a preparação intelectual confere. Na míngua de tal atributo, o articulista pisa gelo fino. Esperemos que não se afunde em irrelevância derivada de escorregadelas desnecessárias. Nestas matérias todo o cuidado é pouco e o excessivo voluntarismo é mau conselheiro...

Paulo Morais precisa de se centrar melhor no essencial e nas correlações respectivas, nada mais porque a matéria é abundante. Se misturar alhos de escândalo real com bugalhos de escandaleira apenas sensacional, afunda-se. Espero que tal não aconteça. Boa sorte, por isso. 


Entretanto o director-geral que o contratou para aprimorar ainda mais o sensacionalismo do jornal, tem este editorial verdadeiramente da outra banda porque cheira demasiado a cravo e a Lisboa, apesar de ser típico da tal outra banda. 


E de onde vem o cheiro? Tal como o Público noticiava ontem no obituário ditirâmbico, do mesmo lado de sempre, em Portugal:



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