segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

O esmagamento da extrema-esquerda portuguesa: o batôn esborratou-se!

 A extrema-esquerda nacional, como escrevia VPV em tempos que já lá vão, é isto, agora com mais uns pós de Gramsci no batôn Livre:


Pois bem, na eleição de ontem tal extrema-esquerda foi cilindrada eleitoralmente mas o fenómeno é como se não existisse nos jornais de hoje. Até há extremistas de tal calibre falsificado ( Zinc) que vêem nos resultados de André Ventura uma "derrota". 

O Público, pivot da campanha sistemática de agitação e propaganda contra o CHEGA por motivos ideológicos patrocinados pela SONAE que lhes paga a falência permanente em que se encontram, tem este editorial do seu mentor que qualifica o discurso de Ventura como "intolerante e daninho", sem qualquer referência às suas malukas protegidas, cujo discurso se lhe deve afigurar como sensato, coerente e corajoso, para além de etica e moralmente elevado. Este indivíduo não tem qualquer conserto ideológico no concerto geral da esquerda nacional e só me espanta como é que a SONAE tolera isto:


Quanto à apreciação noticiosa e opiniosa dos resultados, é isto: a "esquerda afoga-se" mas não há explicações para o fenómeno. Deve ter sido o mau tempo e o mar encapelado...embora o naufrágio seja coisa pouca e afinal "não é o fim do mundo", ou seja, ainda não é o fim do mundo deles, como escreve o inenarrável Carvalho, mas o apocalipse ronda por perto. Bastará mais uma bancarrota...


O DN de hoje, um jornal renovado na continuidade de dar alento e sustento ao sistema que há, com alguns inesperados comentadores de ocasião ( Sebastião Bugalho, agora mais institucional na arrogância intelectualizada) mostra ao que anda: contra o Ventura, naturalmente, a nemesis deste tipo de esquerda institucionalizada na roubalheira nacional do costume de sempre. 


Aliás, até mostra o início de tal Estado paradigmático que temos agora e que uma boa parte dos eleitores começa a entender: 


Quanto ao CM é o ridículo de sempre com o sensacionalismo do costume, a fazer jus ao estilo do seu director-geral da outra banda, sempre: Ventura "saca" uns votos à democracia. A ilegitimidade do acto fica bem expresso e a noção de democracia do Octávio também aflora e ontem,  a "noite" da CMTV com um lamentável Eduardo Dâmaso, a mostrar a costela esquerdista ( antigo extremista como são quase todos os de tal geração) de sempre e com os preconceitos do costume, foi uma lástima. 


Quanto á extrema-esquerda portuguesa parece que entre mortos e feridos alguém se há-de safar: no caso o jornalismo de esquerda generalizado que temos e vamos continuar a ter. 

Que eu visse não houve um único indivíduo a komentar ontem nas tv´s algo que fosse de algum modo, já não digo simpático, mas sem ser hostil, abertamente, para com André Ventura.

E isso diz tudo desta porcaria de jornalismo e jornalistas que temos. 


Sem comentários:

E depois do adeus...ficamos sós.