sexta-feira, 27 de outubro de 2017

A violência doméstica politicamente correcta

O fenómeno da violência entre um casal, tipificada desde 2007 como crime de violência doméstica, antes qualificada como "maus tratos" é assunto muito, muito complexo.

É complexo porque envolve várias matérias  penais, várias matérias de outras disciplinas como a psiquiatria a psicologia e a antropologia e carece de pareceres de pessoas com experiência de vida, conhecimento das realidades, inteligência acima da média e senso comum qb. Tudo isso é muito raro, se for exigível em conjunto.

Não reconheço a esta "indivídua"do CES de Coimbra  tais qualidade, apesar de a mesma ser licenciada em Direito e andar a estudar sociologia, lá no tal CES, provavelmente. Só isso me arrepia os sentidos da cautela e apetece-me logo tomar caldos de galinha.


Ao ler o que a senhora diz, ainda mais reforço a ideia: isto não é assim, não deve ser assim e estamos tramados se for para ser assim como aqui a senhora diz. E até digo mais:se isto for para ser assim, podem contar com mais homicídios e suicídios de pessoas que num casal se maltratam. Por uma razão que esta senhora parece não compreender e o bom senso poderá dizer melhor através de ditados populares que o tal CES do professor Boaventura não gasta porque são todos "reaccionários", como dizia no outro dia a Mortágua, filha do pirata.

Portugal não pode ficar à mercê destes iluminados em que vejo uma ponta de loucura. Portugal não pode andar a reboque de ideias estúpidas e leis estultas gizadas por esta gente. Mas anda.




7 comentários:

Floribundus disse...

'boaventurados os pobres de capacidades intelectuais e cultura humanista'

a sra ministra é uma pás de espirito

estes sereszombies estão a precisar uma cura por engenharia genética

isto é verdadeiro 'elogio da loucura' cheio de fobias

cangalheiro precisa-se porque rilhafoles tem pleno emprego

muja disse...

Concluo do texto que a violência doméstica é, essencialmente, bater nas mulheres.

Nada contra, mas eu não sou um jacobino - seja naipe água-rás ou leitinho de soja - que se esganiça pela igualdade de deveres e direitos, equidade, e essas coisas assim...

E também não se percebe, da mesma perspectiva, qual a razão pela qual merece este crime atenção mais especial do que a genérica agressão a mulheres ou, mesmo qualquer pessoa, visto que, hoje em dia, todos se podem casar e descasar com todos, a seu bel-prazer...

muja disse...

Não se compreende - quer dizer, do ponto de vista do cidadão normal.

Compreende-se bem vendo a partir de quem recebe para “observar” estas coisas...

Floribundus disse...

velhos e crianças podem levar porrada de '3 em pipa'

o confisco do mortes e cativações pode à vontade matar à fome


quantas crianças ficaram hoje sem almoço na cantina da escola?

quantos necessitados ficaram sem consulta ou operação?

há sempre algures quem seja inca pás

zazie disse...

Coitada da Conceição que é feia que nem um bode.
Bem que ela goataria de ser abusada mas deve ser difícil.
Teve de ir para o voyeurismo da vida dos outros.

osátiro disse...

este linchamento público do juíz......quem escreve NÃO SABE NADA DA TOTALIDADE DO ACÓRDÃO.....NEM DOS FUNDAMENTOS DE DIREITO DO MESMO............................tem como objetivo claro e visível chantagear os juízes que vão ter a nobre função de julgar um ex primeiro ministro......pela maior corrupção da história de Portugal...

ele tá caladinho...óbvio........sabe da campanha orquestrada...

caso contrário viria dizer......vêem como são os juízes? aquele CA fez o mesmo comigo....

Ricciardi disse...

Os maus tratos ou violência conjugal é uma tradição em países do club med. Itália e Portugal lideraram a tabela. A tabela da impunidade judiciária. Entre marido e mulher os juízes habituaram-se a não meter a colher.
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Ainda hoje, há juízes, imagine-se, que usam júrisprudendia antiga que usa tecnicas como o apedrejamento para justificar que um marido pode maltratar uma mulher se não passar da mocada com pregos.
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A impunidade tem sido tradição. Mas tem de deixar de ser.
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É assustador a quantidade de mulheres que vivem em terror diário.
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Estas pessegada ultrapassam-se com medidas exemplares levadas a cabo a juízes que decidem da forma como decidiu o neto.
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Se os maridos violentos perceberem que não tem as costas amparadas pelos juízes começam a ter receio sério das consequências.
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Este juiz deve ser o cordeiro. O bode expiatório. Aliás merecidamente. Degolado das funções, obviamente.
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Rb