quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Um livro esquecido: Vento sobre a Charneca

O Diabo de ontem, artigo de Pedro Soares Martinez sobre um pensador português das décadas de 20 e 30 do séc. XX:


O livro mencionado é este que não se encontra por aí, a não ser na Biblioteca da Assembleia da República, vindo do espólio de um particular ( Nuno Maria Rebelo Vaz Pinto).







O tema, evidentemente, é muito interessante: o catolicismo português e a influência protestante vinda da Alemanha, para além do mais.

4 comentários:

Floribundus disse...

nunca ouvi mencionar

Maia, Alvaro 1893-1969
brasileiro

VENTO SOBRE A CHARNECA ... : PORTUGAL DE ONTEM, DE HOJE E DE AMANHÃ / ÁLVARO MAIA ; PREF. HIPÓLITO RAPOSO

AUTOR(ES):
Maia, Álvaro Amadeu Pereira, 1887-1940; Raposo, Hipólito, 1885-1953, pref.
ANT.POSSUIDOR(ES):
Pinto, Nuno Maria Rebelo Vaz, 1920-1995, ant. possuidor
PUBLICACAO:
Lisboa : Imprensa Portuguesa, 1944
DESCR. FISICA:
V. 1 (330 p.) ; 19 cm
NOTAS:
Espólio de Nuno Vaz Pinto, doado à Biblioteca da AR em 2012, pelos herdeiros AR: NVP-162
ASSUNTOS:
Portugal; catolicismo; religião; filosofia política; romantismo
COTA:
NVP-162


zazie disse...

Fiquei com vontade de ler

Anjo disse...

Índice muito interessante!

A maçonização das classes dirigentes...

joserui disse...

Diz o palerma do Tavares que afirmaram que o erro do PSD foi assumir-se como partido de direita, blá, blá, e que até percebia se fosse em 1974. Isto não é uma prova inequívoca que não percebe nada? Primeiro, ele próprio faz diligentemente num pasquim inacreditável o trabalhinho da esquerda. Não fala em Estado Novo ou Salazar que não amenize com fassismo e comunas; segundo, então antes de 1974 o terreiro do paço não enchia com apoiantes do regime e nem era necessário fretar camionetas do PS para os ir buscar? Terceiro, então não éramos uma sociedade pouco (nada) politizada? Como é que em 1974 a "direita" já era um demónio assim tão grande a roubar em nome dos ricos e "esquerda" um paraíso na terra a roubar em nome dos pobrezinhos?
Este Tavares que é um dos maiores palermas da direita que temos, ficou triste com textos como o do Pacheco Pereira, quando ele próprio é um dos maiores contribuintes para a falência moral, intelectual e prática da direita. E quanto esses outros, Pachecos e Cia. Lda, que nem disfarçam, se fosse eu promovia uma geringonça de direita: PSD - MRPP - POUS. Dêem uma oportunidade à Carmelinda Pereira, é bom para o país, é bom para a igualdade de género!