segunda-feira, abril 29, 2013

Costa Andrade e o fruto envenenado pela aldrabice secante do Direito

O professor Costa Andrade, da faculdade de Direito da Universidade de Coimbra publicou mais um escrito no jornal Público do passado dia 14 do corrente, sobre assuntos candentes e falhei o acontecimento porque já não compro regularmente o jornal. Hoje, mão amiga trouxe-me o artigo em causa que mostro aos leitores interessados e registo por aqui.

Vale a pena ler porque apesar do estilo barroco a fugir para o bizantino ou vindo daí em primeiro lugar, relata a sua visão particular de jurista sobre a magna questão da igualdade entendida pelo tribunal Constitucional como ferida na asa com o tiro do Orçamento de Estado para 2013. E vai daí, o chumbo do TC, por esse motivo.
Costa Andrade, muito arredio do convívio público e ainda mais recluso em dar a estampa virtual o seu pensamento sobre assuntos penais de monta ( e nada teria a recear porque é autoridade na matéria) , recusando tacitamente entrevistas a esse propósito, escreve em modo engraçado mas sustentado em ideias jurídicas que sendo discutíveis, são, como dizia o seu antigo colega, já falecido ( Orlando de Carvalho) fruto perene de aldrabices secantes.
Detecte-se, por isso, onde residirá neste caso a aldrabice em que o professor de Coimbra  incorreu para dar o seu parecer jornalístico contra a corrente.


2 comentários:

Floribundus disse...

quem mexe na rosa conta com os espinhos

'no alto daquela roseira
que linda rosa ela tem;
debaixo ninguém lhe chega
acima não vai ninguém'

Unknown disse...

Porque será que as barbas são só para os homens de esquerda. As mulheres de esquerda são escanhoadas para a fotografia. E eu acho que as mulheres que "los tienem en sú sitio" deveriam ter barbas que são um atributo de "quien los tiene en sú sítio"
Abraço

Entrevista de Ivo Rosa ao Expresso