quarta-feira, 8 de maio de 2013

O que ainda não foi feito: enquanto a festa dura...vida doçura

Económico:

O ministro da Economia anunciou hoje que alguns administradores de empresas e institutos vão perder direito a carro e motorista.
Álvaro Santos Pereira anunciou hoje que nem todos os administradores das empresas públicas e dos institutos públicos que pertencem ao Ministério da economia terão direito a automóvel e motorista. Esta medida vai afectar organismos públicos como a ASAE, IEFP e turismo de Portugal, entre muitas outras, e empresas como CP, Refer e Metro de Lisboa e Porto. No Parlamento, o ministro avançou uma nova redução do número de institutos.


Entretanto, a festa continua e são sempre os mesmos a deitar foguetes...


Imagem do Correio da Manhã de hoje.

3 comentários:

silviasantos2323 disse...

A questão a colocar ao ministro é se o estado português teria condições, actualmente, para assegurar, com funcionários seus, a assessoria juridica nesta privatização.

josé disse...

Tinha, absolutamente, no meu entender. Há dúzias de assessores nos gabinetes ministeriais, pagos a peso de ordenado de director-geral/deputado/magistrado de 1ª instância.

Portanto, têm que servir para a tarefa que aliás não é demasiado complicada.

Porque razão se entrega, logo ao Júdice, a parte jurídica da privatização?

Para mim, é até um abuso do Estado. Uma pouca vergonha que só encontra explicação no hábito adquirido nestas coisas.

silviasantos2323 disse...

«Há dúzias de assessores nos gabinetes ministeriais, pagos a peso de ordenado de director-geral/deputado/magistrado de 1ª instância.»


Por exemplo, o jurista autor deste muito conhecido blog

http://portugaldospequeninos.blogs.sapo.pt/

penso que oriundo do Ministério das Finanças, contratado para assessor de Miguel Relvas, logo após a tomada de posse do actual governo. Parece que será bastante qualificado, e como ele haverá outros.

O sensacional segredo de justiça