Uma senhora chamada Maria de Belém Roseira que já foi ministra da Saúde e agora até dá palpites na tv do "país positivo", reformou-se do trabalho que durante 14 anos desenvolveu na A.R. Um trabalho insano, sempre renovado por inclusão em listas de partido que asseguraram este belíssimo resultado na pensão vitalícia: um pouco mais de 3000 euros por mês para pagar o trabalho árduo durante 14 anos, boa parte dos quais, no respectivo tempo livre, passados na cabeleireira por causa da "mise" permanente, de onde lhe costume sair um colchão de penas políticas, digno da sátira de Tolentino.
E que currículo ostenta uma reformada deste tipo? Também aparece no sítio do costume e é só procurar.
O país aguenta isto? "Ai aguenta, aguenta...":
Como a imagem não é a melhor,
aqui se encontra a melhor imagem...