terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Os "grandes empréstimos" do socialismo

No O Jornal de 3.2.1978, Medina Carreira, então responsável pelas Finanças no Governo de Mário S. ( o segundo Constitucional), descrevia assim o estado da nossa economia, escassos quatro anos após o 25 de Abril: a bancarrota em espectro.
Os esquerdistas do PREC, mai-los seus compagnons de route económica, no governo socialista de então, conduziram o país a um beco. A uma iminente falência e a um desastre económico que só um "grande empréstimo" conseguiria safar in extremis. Grande empréstimo esse que tinha como contrapartida a intervenção do FMI.
Tal como agora. O que então os safou da bancarrota completa e sem remédio, fio o ouro que o regime de Salazar acumulou nos cofres públicos e não deu aos banqueiros, como estes governantes de hoje se preparam para fazer, perante a indiferença geral. A "pesada herança", então salvou-nos. Hoje em dia, herança nem pesada nem leve. Apenas uma herança de incapazes, de incompetentes e de criminosos que tomaram de assalto o que é de todos ( António Barreto dixit).

Portugal não merecerá melhor que isto? Esta miséria tem de ser assim, sempre? Estes socialistas de tretas, mais os seus aliados da social democracia sem visão de Estado, podem continuar a malbaratar os bens e recursos nacionais, impunemente, sem que alguém lhes diga: BASTA!?

É ler a entrevista que é de actualidade, com mais de trinta anos em cima. Medina Carreira, entretanto, transformou-se na Cassandra do sistema. Vai à SIC de Mário Crespo dizer coisas que têm barbas. Por isso mesmo ninguém lhe ligou...





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