domingo, 21 de junho de 2020

A revisão da História

Público de hoje: notícia de uma "petição" para retirar o nome Salazar da toponímia de várias localidades.



O nome "Salazar" foi reconhecido como digno de figurar em nomes de ruas ou locais. Durante mais de 50 anos não incomodou senão os que lutaram politicamente contra o mesmo, ou seja os comunistas de todos os matizes.
Ainda assim não fizeram o que agora já fazem: petições públicas para retirar o nome da nemesis das toponímias. Sentem-se confiantes neste tempo que passa.
Importa perceber porquê e é simples de entender: nos últimos anos ganharam fôlego político, visibilidade ideológica e arrogância qb. Obviamente alguém o proporcionou e também não é difícil de perceber: a esquerda que está no poder político e cultural e que tem sido acaparada pelos poderes que gravitam ao redor, incluindo o mediático.

O fenómeno não é novo mas tem uma singeleza particular: durante o tempo de Salazar não se andou a recrismar topónimos, retirando nomes antigos aos que existiam. Os celerados da primeira república continuam por aí nos nomes de ruas e lugares. No entanto, são os que agora procedem deste modo que acusam o antigo regime de censuras várias e obscurantismo acoplado a grande analfabetismo.
Até nisso continuam a ser herdeiros directos de tais celerados...

Como exemplo do que houve noutras latitudes, prenunciando o que haverá por cá, fica aqui esta parte de um verbete da Wiki, sobre a cidade russa de S. Petersburgo...


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