sábado, 13 de junho de 2020

Didier Raoult e o ostracismo político-mediático

A revista francesa Valeurs Actuelles, uma publicação que em Portugal não tem paralelo, porque não há lugar, espaço mediático para qualquer corrente de opinião que não for anti-fassista, na semana que passa publicou um pequeno estudo sobre um médico e investigador francês que tem dado muito que falar por lá. Didier Raoult é o nome e por cá nem se mencionou, pelas mesmíssimas razões aqui explicadas...e que segundo a revista tem a ver com uma espécie de "sistema" que domina o espaço público e que poderá ser algo que mistura interesses privados de larga escala, como são os dos laboratórios farmacêuticos e os Estados que se conluiam com os mesmos por interesse paralelo.

Em Portugal a opinião pública é influenciada pela publicada em função de interesses similares, eventualmente de outra ordem mas que funcionam do mesmo modo.


A única publicação em papel que em Portugal pode aspirar a um estatuto de informação alternativa à que existe é O Diabo, semanário pouco lido, eventualmente por falta de interesse suficiente para quem deva pagar os dois euros que custa ( quase não tem publicidade e no número desta semana aparece a Cruz Vermelha como única fonte de receita por essa via...).

Seja como for nesta semana apresenta na capa a figura de André Ventura juntamente com uma entrevista na qual se explicam coisas básicas que não são divulgadas pelos outros media.
André Ventura e o Chega são completamente afastado de todos os demais órgãos de informação, principalmente na televisão ( nem a CMTV o quis, porque se lhes apresenta como um leproso político e o director, Octávio Ribeiro é mesmo da "outra banda" e que ninguém se iluda com isso).


Uma das razões do ostracismo mostra-se neste artigo de página sobre o que é verdadeiramente o PS na sociedade portuguesa: uma nódoa que se espalha desde 1973. Quanto a mim é a principal razão de continuarmos a ser o país mais atrasado da Europa e de já estarmos a ser ultrapassados por antigos países comunistas ( et pour cause...)


Os números apresentados, devidamente comprovados deveriam ser explicados pelos Gomes Ferreira das tv´s que temos, para todos perceberem como se arruína um país em muito pouco tempo.

O exemplo desta crise sanitária, que dura há escassos meses e já provocou danos económicos gravíssimos, pode servir de comparação com o que aconteceu nessa altura de 1974 e com as forças política, particularmente o PS e o PCP e extrema-esquerda que efectivamente arruinaram a economia nacional e não só.

Tal efeito, para além de nunca ser reconhecido pelos responsáveis, entre os quais se contam figuras do relevo de um João Cravinho e outros socialistas como o inenarrável Constâncio- ler aqui como vendeu um terço do nosso ouro, a pataco. Parece que o Salgado que herdou o banco dos Espírito Santo irá ser julgado por factos muito menos graves que esse...

Estes factos foram sempre escamoteados pelos media em geral e ficaram os mitos e as mentiras para contar a quem não sabe mais nem quer saber, incluindo o presidente da República que anda por aí a fazer figuras tais como nunca o Américo Tomás alguma vez fez nessa vida e a este chamavam-lhe "corta-fitas". 
Ao actual não há um único dia em que não seja notícia por qualquer coisa, com todos os pés-de-microfone solícitos, a recolher o que tem a dizer sobre tudo e o par de botas.

Tal estratégia, aliada à defesa permanente e retórica dos pobrezinhos, vítimas do sistema que existia antes do 25 de Abril e do fassismo em geral, tem dados todos os frutos possíveis a nível eleitoral.
Até mesmo o de terem agora como estratego económico um indivíduo que na altura pugnou, mesmo sendo jovem, pela destruição do nosso país e a entrega imediata dos territórios ultramarinos ao então inimigo.

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