quinta-feira, 11 de junho de 2020

O sebastianismo comunista.

Artigo de Isabel do Carmo, no Público de hoje, a actual loca infecta do extremismo radical da esquerda de sempre.
A ex-terrorista do PRP-BR, autora pelo menos moral de atentados bombistas que mataram pessoas em nome da causa do comunismo, escreve sobre o mesmo tema de sempre: a luta de classes e a exploração capitalista. Sobre o comunismo, portanto.
Há quem julgue tal tema ultrapassado e por isso exangue de significado ou desprezível de importância actual.

Então leia-se o escrito de quem nada esqueceu e nada aprendeu em mais de 50 anos de luta permanente pela causa. O tema agora é o racismo mas qualquer pretexto lhe serve.

No caso, o racismo mais não é do que a expressão da exploração do homem pelo homem, começada pelos nossos exploradores dos mares nunca dantes navegados, com a escravatura que vinha de longe e de muito longe.
A ideia básica é exposta logo no início: "não há raças, há racismo".  Portanto, não havendo raças o que há é a sempiterna luta de classes profetizada pelo barbudo alemão que inventou o conceito que serve a estes invejosos, marginais do pensamento desde sempre dispostos a tomar o poder total para exercerem eles o domínio sobre os demais, em nome da igualdade utópica prometida.
A espécie, agora outra vez muito protegida porque estava em vias de extinção, nasceu nos primórdios das revoltas de minorias descontentes que sempre quiseram ser califas  no lugar do califa. Como o estatuto é escasso e só cabe a alguns, entretêm-se ao longo dos séculos a inventar estratagemas para dominar quem manda para serem eles a mandar.
Esta Isabel do Carmo nunca quis outra coisa, tal como o director do Público, Manuel Carvalho e a miríade de genéricos desta espécie.
No tempo do anterior regime levaram bordoada de três em pipa, porque não eram tolerados como agora são, em nome da democracia que apenas querem destruir, declaradamente e sem preconceitos.
Apoiam-se em teorias do tal barbudo e seguidores que afiançam serem eles os verdadeiros democratas, os representantes legítimos de todo o povo explorado e organizam-se em vanguardas revolucionárias para conquistar o poder e lá ficar para todo o sempre, como já conseguiram nalguns lados do planeta. A utopia está ao alcance de qualquer um assegure armas suficientes para tal.
Esta Isabel do Carmo até escreveu uma biografia em que mostrou como foi, sem qualquer vergonha porque é mesmo assim. Bombista, ladra, homicida em autoria incerta, mentirosa, é a heroína do Público porque defende a mesma causa.

Foi julgada pelos tribunais burgueses mas mentindo, safou-se.



Continua sem vergonha alguma a defender a mesmíssima causa e apenas resguardada tacticamente de meios que agora já não tem porque precisa de comer e viver. No regime que defende e aliás propõe como solução política para a luta de classes, tinha sido executada há muito...

Não tem pejo algum em afirmar por escrito que "A História é lenta,  mas um dia há-de vir. E parece vir por aí, Para nos animar, neste tempo em que se agravam as desigualdades".
Está aqui escrito em poucas palavras todo os seu hediondo programa político actual e sempre presente:


Esta mentalidade tem a sua génese e o seu percurso histórico em Portugal.

Antes de 25 de Abril de 1974 esta gente era apenas nomeada por aquilo que eram : perigosos terroristas comunistas.
Logo a seguir foram completamente reabilitados como heróis nacionais por terem lutado contra quem os queria exterminar ideologicamente. Lógico.

Em 1 de Outubro de 1976, no O Jornal, um viajante acidental que foi à pátria-mãe desta mentalidade que permanece arreigada nestes espíritos de sempre,  escreveu sobre o que julga ter visto por lá.
Faz uma descrição pormenorizada do que diziam alguns sobre tal sítio e do sistema político que aí vigorava.
Reconhece que havia críticas, mas desvalorizou-as todas, em nome da Luta, jornal para onde escreveu originalmente tais impressões. A Luta era o jornal que os socialistas maçónicos inventaram depois de em 1975 os herdeiros, sequazes e filiados ideologicamente no tal sistema político daquela pátria-mãe ocuparem e os terem despejado sem dizer água vai. Daí a "boca fina" no relato que acaba por concluir que afinal apesar dos defeitos aquele sítio era muito frequentável por pessoas de boa vontade. Os benefícios superavam os defeitos, como se comprovou quase dez anos depois...

Nesta página em em bónus pode ler-se a publicidade a um livro de um tal Nito Alves, personagem bem conhecida do actual guru socialista Costa e Silva e também da actual ministra da Justiça, prestes a ser Conselheira do STJ em exercício.


Apesar destas críticas todas elencadas no escrito e desvalorizadas de preceito, no O Jornal de 12 11 1976 havia um resumo dos motivos pelos quais o representante em Portugal dos interesses daquela pátria-mãe e que para tal obrou a entrega dos territórios ultramarinos a tal superpotência da época, explicava a razão pela qual não seguia as orientações de forças políticas que pensavam como o tam jornalista da Luta. Dez razões que asseguravam que o PCP continuaria a ser comunista de gema, estalinista sempre que necessário e em permanente luta pela conquista do poder à burguesia, inimiga figadal da classe dirigente comunista.

Está aqui a explicação do seguro de vida ideológico que então contraíram perante o sistema político: "we shall never surrender...", como disse o outro gordo inglês de charuto, agora vilipendiado pelos extremistas do anti-racismo


Para contextualizar o modo como em Portugal a intelligentsia se rendeu a esta canalha, nada melhor que este artigo de um Braga da Cruz. Este é um "sociólogo" da pacotilha habitual.

Lendo o artigo de O Jornal de 3 de Setembro de 1976 percebem-se alguns porquês de algumas pessoas serem como são...e ao mesmo tempo como é que a "cultura" chegou onde chegou em Portugal, às ruas da amargura da irrelevância, ignorância e marginalidade estúpida de que o Público é o melhor exemplo.
É para esta "cultura" que andam por aí a mendigar subsídios e alguns governam-se muito bem à sombra destas porcarias.


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