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sábado, 15 de novembro de 2014

A Maçonaria não poder ser a força oculta que quer governar. Não pode. Ponto.

A Maçonaria actual é uma associação de criminosos. Por isso devia ser ilegalizada. Exagero? Talvez. Mas penso assim.

24 comentários:

Floribundus disse...

devia dizer as, porque são duas masculina e outras tantas femininas

o mal não reside nas organizações mas nos que se servem delas

caso do estado
que devia ser concessionado

zazie disse...

Claro que o mal reside naquilo para que servem as organizações.

João José Horta Nobre disse...

Curto e grosso: Os maçons são todos uns crápulas e uns chulos.

S.T. disse...



« A roubar desde setenta e quatro » dava um rico mote de campanha ...

Vivendi disse...

Este grupo associado ao Visto Dourado tem uma ligação em comum... Passaram pela Universidade de Coimbra.

http://economico.sapo.pt/noticias/as-ligacoes-cruzadas-entre-os-detidos_206041.html

Vivendi disse...

Outra ligação fácil de deduzir... Desta vez um nome: Dias Loureiro.

S.T. disse...


.... e por falar em ladrões :

https://www.youtube.com/watch?v=E8pfj3MlU_g

:)

hajapachorra disse...

Pois. Finalmente. Luz. O problema, portanto, não é a 'esquerda'. O problema não está no PC, coitado. A central diabólica não veste pravda, usa avental. Há estradas de Damasco compridas, porra.

muja disse...

Pois o PC, coitadinho...

É o PC que paga os impostos pelo pessoal, não? Mas para bancarrotar esteve - e está - aí para as curvas...

E até parece que a "esquerda", a pravda e os aventais andam sempre muito longe uns do outros...

O problema não é a estrada ser comprida. É o haver gente que, plantado na saída de emergência, cuida, cisma e protesta que chegou ao fim da estrada...

muja disse...

Quanto à maçonaria, é caso para perguntar: para que serve?

Num tempo de elevação do regime político ao estatuto de dogma inquestionável, em que esse regime tem pretensões de ser livre e transparente e livre, e livre e transparente, em suma, democrático; sob um um regime democrático livre e transparente e anti-racista e anti-homofóbico e anti-terrorista e progressista, como se justifica que um grupo de pessoas teime em querer encontrar-se em segredo para fazer "o bem"?

Porquê o segredo em tempos de progressismo e liberdade democrática - dos quais, aliás, foram os grandes arautos e feitores?

Porque não passam à "transparência" como o resto da sociedade?

josé disse...

A Maçonaria é coisa completamente avessa à democracia. Não tem ponta por onde se lhe pegue.

Ainda assim subiste apoiada pelos "democratas republicanos" como coisa sagrada.

É uma contradição nos termos e devia ser proibida como associação de malfeitores, como o foi no tempo de Salazar que aliás a tolerava depois como organização clandestina. Hipocritamente, claro, mas tinha assim maior controlo sobre a besta.

hajapachorra disse...

Não há nenhum negócio ruinoso para o Estado em que os homens de virtude não estejam metidos. Não há eleição de presidentes de câmara, de tribunais superiores, de reitores, de directores gerais, de presidentes de portos e aeroportos, de chefes de secretas e de jornais em que não intervenham os lojistas. A última bancarrota foi causada pelo PC? Nem pelo PS,nem pelo PSD, camaradas. Foi causada pelos serventuários dos interesses ocultos ou pouco ocultos que no PS e PSD escolhem primeiros ministros e ministros. Alguém em seu perfeito juízo consideraria seque sócrates e passos, dois inúteis que nunca trabalharam, para ministro? Nem pra secretário de estado os queria alguém com juízo. Chegaram lá obviamente porque servem as lojas onde tudo se decide, os presidentes de tribunais superiores, os reitores, os chefes da APF e da igualdade de género, os contractos da Tecnovia, da Ascendi, da Martifer, tudo debaixo do manto da Morta e Companhia. As histórias do BPN, do BCP, do BANIF, do BPP, até do BES são incompreensíveis sem o contributo decisivo das chaves-cruzadas. Muja, volta para a escola, rapaz.

hajapachorra disse...

Na minha terra há vinte anos existia 1 loja, uma; agora conhecem-se 11, repito, onze!

muja disse...

Tenho aqui um livro que se chama "A Nossa Pátria - Livro de leitura; 1º ciclo - 1º ano; 3ª edição, Livraria Didática, 1963", exemplar 9089. Tem escrito o preço: 16$00

Devo ir procurar o meu livro de Português do 5º ano e comparar os autores dos textos que vêm num e noutro?

Aí talvez fiquemos com uma ideia melhor sobre a escola que tiveram uns e a que tiveram outros...

A diferença é para pôr na conta da maçonaria por inteiro? Ou não cabe aí parcela a algum conjunto de indivíduos que continuam a jurar que o problema não é a 'a esquerda' e mandam os outros à escola?

José disse...

Esse livro foi exactamente aquele por que aprendi porque entrei na escola precisamente em 1963.
Porém, do que me lembro é que era um livro muito rudimentar. A professora que tinha é que fazia toda a diferença para as de agora.

E não havia bolinhas de cores para mostrar aos pais como ia o aproveitamento. Este era aferido com provas mais tangíveis...

muja disse...

Pois se o acha rudimentar, eu acho-o jeitoso.

Alguns dos autores dos textos que lá vêm:

Texeira de Queirós
Teófilo Braga
Afonso Lopes Vieira
António Sardinha
Fortunato de Almeida
Aquilino Ribeiro
Ramalho Ortigão
Matilde Rosa Araújo
Raul Brandão
Júlio Dinis
Irene Lisboa
Miguel Torga
Oliveira Martins
Berta Leite
Florbela Espanca
Fernando Pessoa
Bulhão Pato
Eça de Queirós
Garcia Resende
Guerra Junqueiro
João de Barros
Hermengarda Marques Pinto

Tem fotografias, ilustrações (de António Santos, "Tossan") e mapas (de Humberto Avelar), 236 páginas.

muja disse...

José,

não estará equivocado, porém?

Penso que este livro era para o 1º ano do liceu, correspondente ao meu 5º (que agora e se calhar já na altura, se chama escola básica ou c+s ou trapalhada do género)...

muja disse...

Alguns desses autores nem sei quem são, outros nem os cheirei na escola: Miguel Torga, Aquilino Ribeiro, Júlio Dinis ou Ramalho Ortigão, entre outros...

Pessoa foi no 11º ou 12º...

António Sardinha, nem vale a pena falar que esse é mesmo proscrito por ser fachista.

Dos que aí escrevi, de certeza certezinha, só me lembra Eça - "Os Maias" e já vais com sorte! - e os heterónimos de Pessoa...

muja disse...

Do Eça vem um texto intitulado "Na feira", que foi tirado das "Últimas Páginas, S. Crstóvão"...

Floribundus disse...

Camilo, o esquecido, era um Mestre

bulhão pato com laranja era muito bom a cozinhar bivalves que ainda não tinham acumulado micro-algas 'tóchicas'

aquilino das terras do demo deve estar no Panteão à procura da entrega de C4
'à porta da Brasileira,
vem bomba,rebenta, pum!'

miguel torga 'ouvidos, nariz e garganta' ao lado do 'Micto-Turismo'

o patusco do Tossan fez a minha caricatura
colocou um magricela, muito comedido na alimentação,
a comer a 3 dimensões, ou seja com colher, garfo e faca

muja disse...

Camilo é também o meu preferido, sem dúvida.

Não sei porque é tão esquecido e porque se teima, aparentemente, em opô-lo a Eça.

Até já encontrei gente que me disse que Camilo era escrevia novelas baratas para mulheres e que Eça é que era... embora do Eça não tivesse passado dos Maias e de Camilo nunca lera nada...

Eu cá regalo-me todo com os dois, embora prefira Camilo por causa das personagens.



José disse...

A diferença entre Eça e Camilo só a encontra quem leu bem os dois. Bem quero dizer a maior parte da sua obra. E tem que ter lido também Aquilino que não fica atrás do Camilo nalgumas obras.

São geniais e prefiro o Camilo que nos mostra como éramos realmente no séc. XIX. Éramos é um modo de dizer: como eram os da sua classe. As outras classes nomeadamente a "pôba" essa era simplesmente deprezada porque não tinha história digna de ser contada a não ser a sua miséria.

muja disse...

O primeiro livro que me ofereceu o meu pai foi o "Romance da Raposa".

Depois não descansou enquanto me não impingiu o "Cinco Reis de Gente", que li, mas ainda não era suficiente maduro para o apreciar bem. Tenho que lhe tornar.

lusitânea disse...

Portanto a maçonaria segue a sua estrela maior:o Sócrates, aquele que estava em toda a parte...