Páginas

terça-feira, 18 de novembro de 2014

O SIS é respeitável?

Observador:

  • Manuel Jarmela Palos, director nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), fica em prisão domiciliária;
  • António Figueiredo, presidente do Instituto dos Registos e Notariado (IRN), fica em prisão preventiva;
  • Abílio Fernandes Gomes ,Paulo Manuel Vieira, José Manuel Gonçalves e Paulo Jorge Dinís Eliseu, funcionários do IRN, ficam suspensos de todas as suas funções no IRN e estão proibidos de entrar em contacto com funcionários dos referidos;
  • Jaime Couto Alves Gomes, sócio da empresa Golden Visa, fica em prisão preventiva;
  • Maria Antónia Anes, secretária geral do Ministério da Justiça, fica em prisão preventiva e está proibida de contactar elementos do SIS;
  • A chinesa Zu Baué, empresária, fica proibida de sair do país e tem de pagar uma caução de 250 mil euros;
  • O chinês Xaubau Liang, empresário, fica proibido de sair do país e tem de pagar uma caução de 500 mil euros;
  • O chinês Zulchi Adong, empresário, fica em prisão preventiva;
De todas as medidas de coacção a mais estranha e  sintomática é a de proibição de uma das arguidas  contactar elementos do SIS.
Obviamente isto também tem a ver com um certo jantar, noticiado pelos jornais, cujo protagonista, Júlio Pereira, disse ser assunto da sua vida privada. Não é. Assim como a vergonha destas coisas atinge todo povo português. O que o SIS andou a fazer tem que ser devidamente averiguado e não vale a pena tentarem fazer-nos passar por parvos.

3 comentários:

BELIAL disse...

Mas a tvi noticiou às 20h, que uma tal isabel carlos tinha sido detida? é falsa a notícia ou houve lapso?

Floribundus disse...

o zé polvinho toda a vida sonhou em abanar a árvore das patacas

isto é tão somente uma pálida amostra do lixo humano que constitui o MONSTRO em roda livre depois do 25.iv

para os sindicatos isto é uma prova da incapacidade da informática
e os detidos são suas vítimas

é possível investigar os discos rígidos
por parte dos técnicos da PJ

daqui a 20 anos quando o julgamentos chegarem ao fim fica tudo 'em águas de bacalhau'

diz-se que o juiz antero tem processo independente

Luis disse...

Quando é que determinados sujeitos se convencem que ao ser apanhados a "espreitar" por detrás da moita já não reúnem condições para ficar no lugar e devem ir embora?
É que os tais serviços ditos discretos (não secretos) não foram mesmo nada discretos e deixaram-se envolver na trampa, envergonhando os seus próprios funcionários subordinados. É que a mentira tem perna curta e não é difícil verificar se as justificações criadas têm algum fundamento.