domingo, 8 de novembro de 2020

Eleições americanas: da sociologia à psicologia, tudo de pacotilha

 Capa do Público de hoje: 


Capa do Público de 10.11.2016, após a vitória de Trump, quando o jornal ainda era dirigido por  Bárbara Reis:


 E a análise sociológica da então directora que também sabe de arte, política, astronomia e porventura quiromância. Enfim, é o que há. 



Na altura foi a cintura da ferrugem que deu a vitória ao "outsider" enganando o jornalismo de causas que pugnavam pela Clinton. 

Agora, foi o regresso à normalidade "democrática" que afugentou o "ogre" incivilizado, misógino, racista e troglodita, avesso às causas. 

É esta a noção de democracia do jornal: passaram das análises sociológicas de pacotilha para as apreciações psicológicas de pacote. Enfim, um jornalismo miserável, de esquerdistas empedernidos que passaram das lutas de classes para as lutas de causas de classe superior, como o racismo, o feminismo e outros ismos que desembocam sempre no costume que é o almejado comunismo. 

Nada de novo, portanto, em Portugal. 

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