sábado, 21 de novembro de 2020

O Chega explicado em alguns episódios

 Nos jornais de hoje é possível perceber alguma das principais razões pelas quais o CHEGA é mais importante do que parece, no actual panorama social e político nacional. E também a razão da preocupação Sistemática com o fenómeno. 

Sobre a xenofobia e racismo, temos uma pequena crónica do Sol de um não alinhado, sinólogo e com senso sólido, como se demonstra aqui. 

Na entrevista de M.Sousa Tavares uma das perguntas de chico-esperto foi sobre o título da crónica abaixo mostrada. A. Ventura poderia ter devolvido a pergunta ao entrevistador, para saber se o mesmo se importaria se a filha, em vez de ter casado com o filho mais velho de Ricardo Salgado, tivesse querido casar com um cigano das feiras do antigo "relógio". A resposta seria interessante de ouvir...


A seguir o Correio da Manhã de hoje tem dois exemplos concretos do que significam algumas preocupações demonstradas pelo líder do CHEGA. 

A primeira, sobre a criminalidade violenta e as penas com máximo limitado e práticas prisionais que não evitam isto: 


A segunda sobre a corrupção e o sistema legal e judiciário que também não evitam isto que é escandaloso e se replica às centenas ou milhares de casos conhecidos e anónimos, por esse país fora, sempre ao abrigo da legislação existente, muito da casa lá de Coimbra e arredores e dos catedráticos da borla e capelo que agora andam pela capital a gozar o prestígio assim conseguido:



Depois sobre o "sistema", aqui muito bem retratado por um crítico de mass media


E que origina estes fenómenos: 


Depois em corolário há o Público e artigos como este, tão desfasados da realidade que apenas se compreendem no mundo da fantasia utópica dos esquerdismos de sempre. É este tipo de gente que tem sustentado o "sistema" desde que se conhece a utopia, sempre com base em leituras e erudições bacocas que deixam atrás a compreensão mais simples da realidade mais chã, em troca de ideias faraminosas de um humanismo que apenas se denega a si mesmo. 

O perigo, para as sociedades actuais,  não é o fassismo. São estes idealistas da utopia totalitária, mascarados de democratas, arreigados ao passado que nunca esqueceram e com o qual nada aprenderam. 


Finalmente, para descontrair, esta pequena crónica de humor que mostra como o bravo Jerónimo, um chefe de índios nacionais,  resiste estoicamente ao cerco no seu terreno já "baldio"...



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