quarta-feira, 11 de novembro de 2020

Mata-Bicho de vez

 Gosto de ler os postais de Henrique Pereira dos Santos, no Corta-Fitas, um dos poucos blogs que frequento para ler.

Desta vez realço a seguinte passagem deste postal sobre os números e evolução do bicho mau, em Portugal:  

Como eu sou um bocado mais básico limito-me a dizer que se dentro de uma semana os números não estiverem a estabilizar ou descer, é porque a minha previsão está errada e eu disse asneiras, demonstrando-se, mais uma vez, que percebo pouco de epidemias e que isto evolui de forma diferente da que eu estava convencido que ocorreria.
E, em percebendo isso, mudo de opinião com a maior das tranquilidades.

Veremos então, se Deus quiser, em que ficamos. 

A propósito do bicho e do medo que infunde parece-me oportuno ler o que a revista Time publicou em 28 de Julho de 2003 sobre o "risco de viver" associado a fenómenos deste género.





Vale a pena ler o que o famigerado Imperial College fez no caso das ovelhas ranhosas das vacas loucas infectadas com a doença BSE, em 1996: aconselhou a matança de milhões de cabeças de gado. Para nada...

Em Portugal e segundo notícia de hoje do CM, parece que se anda a comprar medicamento para certos melros que andam por aí, eventualmente para curar maleitas económicas que os afectam. 

 



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