terça-feira, 17 de novembro de 2020

Na RTP1 discute-se o CHEGA sem o CHEGA.

 Na RTP1 que é paga com impostos e taxas pagas por todos, há agora um programa de um tal Carlos Daniel cuja prestação conhecida até agora era discutir jogos de futebol.

O programa que se chama "É ou não é?"  tem hoje um tema cujo objectivo é tratar o que se passou nos Açores e a coligação do PSD com o CHEGA.

O dito comentador desportivo convidou um elemento do CDS, Nobre Guedes, mais um tal Rui Tavares cuja representatividade eleitoral de um tal LIVRE é próxima do zero, mais um Sérgio Sousa Pinto troglodita de um PS que se ressabiou com a Geringonça do partido, mais Helena Matos que não se sabe muito bem a que título esta lá, mas se presume que o comentador desportivo se calhar entendeu representar a direita fofinha e que acaba agora mesmo de qualificar o CHEGA como partido oportunista e populista. 

Quanto ao programa é o que é, de acordo com o valor do seu apresentador. O resto é digno da noção de democracia do dito: para discutir o CHEGA não convida ninguém do CHEGA. 

E ninguém se incomoda.

Ah! Já me esquecia: também lá está o Poiares Maduro, para dar porrada no CHEGA. Chega?

Ahahaha! E reparo agora: também está lá o gajo do Público, o tal Manuel Carvalho que é o que é: um assalariado da SONAE colocado no jornal para manter o nível democrático à vista: censurar o CHEGA. Acabou de dizer que se tem dado demasiada importância a um partido que nas últimas eleições teve 1,5 por cento. Mas continua a falar do CHEGA para o vituperar de ser um partido xenófobo e racista e mais cobras e lagartos. 

Este Carvalho é do carvalho. Sem v.

O programa faz lembrar os debates desportivos que o tal Daniel animava até agora. Não admira. 

Porém, pensando melhor, a situação é mais grave do que aparenta. Este animador desportivo não deve ter convidado ninguém do CHEGA apenas porque não pode. Se o fizesse era corrido do programa. Enganarei-me?

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