O primeiro-ministro, confrontado com a evidência da existência de uma "rede" de "esquemas", em que aparece como "chefe máximo", não logrou melhor explicação do que esta:
Vila Viçosa, Évora, 06 jan (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, considerou hoje "absolutamente lamentável" o que apelidou de "jornalismo de buraco de fechadura", baseado em "escutas telefónicas e conversas privadas" sem relevância criminal.
Em Itália ( mas falando em Jerusalém), o primeiro-ministro de lá, "de direita", também já deu em argumentar de modo semelhante, embora um pouco mais avançado: o jornalismo italiano que não louva o primeiro-ministro é um jornalismo de "historietas", quando não se dedicam mesmo, a "envenenar poços".
Vila Viçosa, Évora, 06 jan (Lusa) - O primeiro-ministro, José Sócrates, considerou hoje "absolutamente lamentável" o que apelidou de "jornalismo de buraco de fechadura", baseado em "escutas telefónicas e conversas privadas" sem relevância criminal.
Em Itália ( mas falando em Jerusalém), o primeiro-ministro de lá, "de direita", também já deu em argumentar de modo semelhante, embora um pouco mais avançado: o jornalismo italiano que não louva o primeiro-ministro é um jornalismo de "historietas", quando não se dedicam mesmo, a "envenenar poços".