quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Vale e Azevedo lembra alguém...

Lisboa, 04 fev (Lusa) - Vale e Azevedo proclamou-se inocente em todos os processos crime em que foi julgado e condenado em Portugal e atacou a Justiça e imprensa portuguesas, num depoimento no Supremo Tribunal de Justiça inglês.

No documento a que a agência Lusa teve hoje acesso, João Vale e Avezedo disse na audiência de 21 de dezembro de 2009 do processo de insolvência da V&A Capital, empresa que controlava, que ele e a mulher, Filipa, "nunca foram acusados de qualquer crime".

"Nós não somos um bando de criminosos", realçou o antigo presidente do Benfica, salientando também que "nunca aceitaram nenhuma das acusações e convicções produzidas" contra ele.

"Acredito, tal como muitas portugueses influentes e alguma opinião pública, que houve pessoas que foram motivadas por razões políticas e pessoais", sublinhou João Vale e Azevedo, a aguardar julgamento no Tribunal de Westminster sobre o mandado de extradição para Portugal.

Será este síndroma único?

Então repare-se no "problema" de Vale e Azevedo:

"João Vale e Azevedo, presidente do Benfica de 1997 a 2000, referiu no depoimento ao tribunal inglês a existência de "um factor comum" em todos os processos: a presença "do juiz Ricardo Cardoso, directamente envolvido nos processos Euroárea e Ribafria".

"O juiz Ricardo Cardoso não só era sócio do Benfica (com o número 45 521) como também era membro da Comissão de Honra de um dos candidatos à presidência do Benfica em 1997, Luís Tadeu, o meu principal opositor. Ele perdeu influência no clube após a minha eleição", disse."

Está dito: Vale e Azevedo foi vítima de uma cabala. E Ricardo Cardoso, juiz singular de um tribunal colectivo, tramou-o...e foi assim.

PS: A Lusa retira os ´c´ às palavras com dupla consoante, para abrasileirar a coisa segundo o acordo . Pois está reposta a correcção.


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